Arquivo para agosto 1st, 2010 página

A BLOGOSFERA COM DILMA 13

Passei alguns dias sem inspiração para fazer novos vídeos, mas agora caprichei com muito louvor para homenagear a blogosfera e a nossa candidata Dilma Rousseff. Usei a música “Aquarela do Brasil”, tocada pelo Trio Tapajós. Ficou líndissimo. Espalhe essa jóia. Um grande abraço, Daniel Bezerra – criador e editor geral do Blog da Dilma.
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As Farcs, o Foro de São Paulo e o PT

Após perda de prestígio, Farc reclamou de afastamento de grupo criado pelo PT

Ao acusar o PT de manter ligações com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ), vice do candidato tucano à Presidência, José Serra, retomou um assunto recorrente no imaginário político latino-americano. A interação entre o partido e a guerrilha remete à criação do Foro de São Paulo, grupo fundado pelo PT em 1990, com o apoio do líder cubano Fidel Castro, para reunir a esquerda da região e discutir novos rumos ante a queda do campo socialista no Leste Europeu e o avanço de políticas neoliberais na América Latina.
Na ata do primeiro encontro, realizado na capital paulista em julho de 1990, as 48 entidades participantes reforçaram “a disposição das forças de esquerda, socialistas e anti-imperialistas do subcontinente de compartilhar análises e balanços de suas experiências e da situação mundial”. Além do PT, outras tradicionais agremiações marcaram presença, entre elas a Frente Ampla (Uruguai), o Partido Comunista de Cuba, a Frente Sandinista de Libertação Nacional (Nicarágua) e o Partido da Revolução Democrática (México).
A participação das Farc, no entanto, é veementemente negada por Valter Pomar, membro do Diretório Nacional do PT e secretário-executivo do Foro. Ele também rejeita as afirmações de Indio da Costa. Segundo Pomar, o PT jamais manteve qualquer ligação com a guerrilha colombiana, que também nunca integrou o Foro.
- Nunca existiram elos políticos. As Farc não participaram da fundação do Foro de São Paulo.
As declarações de Indio tiveram o apoio de Serra, que cobrou explicações de Dilma Rousseff, sua rival na disputa pela Presidência.
- O que ele [Indio] falou foi uma banalidade, de que o PT é ligado às Farc. Estão devendo essa explicação, inclusive a Dilma, para dizer que eles não têm nada com as Farc.
Pomar, no entanto, vê nas acusações da campanha adversária apenas uma forma de esconder uma “situação de dificuldade”. Em sua opinião, Serra se apoia em “argumentos de direita” e enxerga o contexto latino-americano a partir de uma ótica “imperialista”.
- Uma campanha de direita usa argumentos de direita. Serra olha o mundo e a região a partir do ponto de vista dos Estados Unidos. O discurso internacional da campanha demotucana está a serviço destes interesses estrangeiros, interesses imperialistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também entrou na polêmica, negando qualquer elo do PT com as Farc. Para ele, “nem Serra” acredita nisso.
- É bobagem. As pessoas podem não gostar do PT, ter divergências com o PT, mas achar que o PT tem ligação com as Farc é não conhecer a história do Foro de São Paulo, que coordenamos por mais de dez anos, e as Farc nunca tiveram participação.
Farc
No entanto, em uma mensagem datada de janeiro de 2007 e encaminhada à Mesa Diretora do Foro de São Paulo, que se reunia em El Salvador para um encontro do grupo, a própria guerrilha colombiana, que não participou daquele evento, manifestou insatisfação ante a postura de alguns ex-companheiros que defendiam seu afastamento.
“Achamos oportuno manifestar nossa inquietude e desagrado pela posição de alguns companheiros que, de maneira e sob responsabilidade pessoal, publicamente dizem que as Farc não podem participar do Foro, por ser uma organização alçada em armas”, diz o texto. Em seguida, os guerrilheiros justificam sua orientação sob o argumento de que “a luta armada não foi criada por decreto” e é consequência do quadro de violência que há décadas existe na Colômbia, que já custou a vida de milhares de militantes de esquerda.
Na mensagem, as Farc também lembram a importância do Foro de São Paulo no momento de sua criação, referindo-se ao grupo de discussão como “uma salvação e uma esperança”. “É neste momento que o PT lança a formidável proposta de criar o Foro de São Paulo, trincheira onde pudemos nos encontrar, os revolucionários de diferentes tendências, de diferentes manifestações de luta e de partidos no governo, como no caso cubano”, afirma a guerrilha. O professor de Relações Internacionais Marcelo Santos, da Unesp, lembra que na década de 90, ainda sob influência da Guerra Fria, as forças de esquerda na região viam nas guerrilhas uma alternativa possível para chegar ao poder. Segundo ele, neste contexto, as Farc eram reconhecidas como uma força “interlocutora” dentro do Foro.
- [O Foro de São Paulo] era uma reunião de forças de esquerda, e a perspectiva da virada da esquerda no horizonte institucional era um caminho, mas ainda havia uma memória da Guerra Fria. A ideia da guerrilha como forma de chegar ao poder não estava totalmente abandonada.
Este panorama mudou, no entanto, na medida em que a esquerda passou a ocupar governos na região pela via institucional, por meio do voto. Com isso, perdeu força a opção pela insurgência armada.
- O que a gente verifica hoje é que essa saída guerrilheira sofreu uma derrota significativa do ponto de vista de adesão.

O pesquisador francês Daniel Pécaut, especialista em Colômbia e autor do livro “As Farc – uma guerrilha sem fins?”, diz que a organização armada passou a sofrer, nos últimos anos, um processo de perda de prestígio.
- Essa atitude cautelosa frente às Farc está relacionada com o fato de que [eles] se meteram sempre mais no tráfico de drogas, o que mais recentemente implicou alianças de várias frentes com as redes de narcotraficantes e paramilitares. Em muitas áreas, o processo de degradação de sua luta está bem avançado.

Ceará: Tasso esconde Serra para tentar fugir do naufrágio

Note-se a ausência de qualquer sinal de Serra:
Já o candidato do PT não tem nada a esconder:
com o Blog

Triste fim o de Serra

Propaganda de candidatos aliados ainda não incorporou imagem de Serra
Com 25 dias de campanha, os candidatos a governador aliados de José Serra (PSDB) nos oito maiores colégios eleitorais do país ainda não incorporaram a imagem do tucano em seus santinhos, adesivos e cartazes.Até sexta-feira, só a campanha de Antonio Anastasia, em Minas Gerais, começava, timidamente, a produzir material casado. Mesmo em São Paulo, base de Serra, ainda não há material com ele ao lado de Geraldo Alckmin –exceto painéis em encontros de sua coligação. Nos sites dos candidatos nesses Estados, que representam 94 milhões de eleitores, não havia um único material de campanha casado disponível para download. Nem mesmo na apresentação das páginas havia uma foto do candidato.A foto oficial de Serra, em alta resolução, está disponível no seu site oficial desde o início da corrida presidencial. Com ou sem Serra, o custo de imprimir um adesivo, por exemplo, é o mesmo.
O cenário é distinto do de sua adversária Dilma Rousseff (PT), cuja imagem acompanhava o material de campanha de seus aliados em 7 desses 8 Estados. Coordenador da campanha de Serra, o senador Sérgio Guerra citou um exemplo da Paraíba –em que a imagem de José Maranhão (PMDB), aliado de Dilma, estaria associada exclusivamente ao presidente Lula– para explicar seu raciocínio. “Por que tinha material dele só com o Lula? Porque o Lula dá voto, e a Dilma não dá”, disse Guerra.
O material de Maranhão, no entanto, inclui Dilma.
Questionado se a mesma lógica se aplicava, então, aos casos em que Serra está ausente do material com os candidatos ao governo, desconversou e elogiou Lula. “A única exceção nessa história é o Lula”, disse o senador, que nega que os aliados estejam escondendo deliberadamente a imagem de Serra nos Estados. Ele mesmo disse não ter Serra em seus santinhos para deputado federal. Segundo Guerra, por erro na montagem do material. Na campanha de Marcos Cals (PSDB-CE), em vez do presidenciável Serra, o postulante à reeleição no Senado Tasso Jereissati é onipresente nas propagandas. Serra ainda não entrou por “dúvidas na hora de contabilizar os custos” da impressão da imagem do candidato, segundo José Liberato, coordenador da campanha de Cals.
No Paraná, onde Beto Richa (PSDB) lidera as pesquisas e por onde Serra iniciou oficialmente sua campanha, a promessa era que o material casado comece a ser distribuído amanhã. Em Pernambuco, segundo maior eleitorado do Nordeste, região onde Serra tem o pior desempenho nas pesquisas, a coordenação da campanha de Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse, na quarta-feira, que a imagem do tucano chegara na véspera. Até ontem, contudo, ainda não havia material casado. Folha.com

DILMA 53% SERRA 27%: Visita de Serra nos estados derruba aliados nas pesquisas

O presidenciável demo-tucano José Serra (PSDB/SP) visitou o estado do Tocantins, na semana passada, e derrubou o aliado Siqueira Campos (PSDB) nas pesquisas para o governo do estado.
Pesquisa Ibope Sinduscon (Sindicato da Indústria de Construção Civil do Tocantins) publicada neste sábado, 31, mostra que o candidato do PMDB coligado com PT-PP-PDT-PSB-PCdoB-PPS-PSL-PSDC-PHS-PRP ultrapassou o candidato demo-tucano:

Gaguim (PMDB): 43%
Siqueira Campos (PSDB): 40%
Na espontânea:
Gaguim (PMDB): 35% – Siqueira Campos (PSDB): 34%
Lula e Dilma faz Gaguim subir, Serra faz Siqueira Campos cair
A pesquisa também quis saber:
“E se a eleição para Governador do Tocantins fosse hoje e os candidatos fossem estes com seus respectivos apoios, em quem o (a) sr(a) votaria?”.
Com o apoio do presidente Lula e Dilma Rousseff (PT), Gaguim sobe para 46%.
Com o apoio de José Serra (PSDB), Siqueira Campos cai para 37%.
Dilma 53% x 27% Serra, no Tocantins
A pesquisa colheu a intenção de votos para presidência:
Dilma (PT): 53%
Serra (PSDB): 27%

Ministro entrega viadutos na Rótula do Abacaxi

Foi inaugurado na manhã deste sábado (31), em Salvador, a primeira etapa da Via Expressa Baía de Todos os Santos, uma das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Foram entregues à população um viaduto que fará a ligação Iguatemi-Retiro e outro que permitirá o tráfego no sentido contrário Retiro-Iguatemi. Ao todo serão seis elevados, cada um com duas faixas, que, além de propiciar um novo acesso, darão mobilidade ao transporte de cargas que atualmente utiliza as avenidas San Martin, Bonocô e Suburbana.
“Estamos inaugurando hoje uma obra moderna e segura que resolve um problema de congestionamento em Salvador que já tem 30 anos. Em setembro, toda a Via Expressa estará pronta”, afirmou o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que compareceu à cerimônia. Estiveram presentes, também, os secretários Eva Chiavon, da Casa Civil, e Cícero Monteiro, de Desenvolvimento Urbano, e o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

SEIS VIADUTOS

O elevado que liga o Retiro ao Iguatemi tem 345 metros de extensão e o outro que faz o sentido contrário mede 336 metros, com 8,8 metros de largura cada. Os outros quarto viadutos, em fase de finalização, ligam a BR 324 à Avenida Heitor Dias; a Avenida Heitor Dias ao Cabula e à BR 324; Cabula-Rótula do Abacaxi e o último, ligando o Cabula à BR 324. Os estudos de tráfego indicam que 62 mil veículos utilizarão diariamente as dez faixas do complexo da Rótula do Abacaxi, sendo seis urbanas e quatro exclusivas de carga, com média diária de 3,4 mil caminhões entrando ou saindo da região portuária. De acordo com informações da Conder, para otimizar o processo e evitar congestionamentos durante a obra foi necessário dividir o trajeto entre a BR 324 e o Porto de Salvador (4,2 Km) em sete frentes de trabalho, cada uma com especificações e cronogramas próprios.

“O Brasil não esquecerá “ – 45 escândalos que marcaram o governo FHC

“O Brasil não esquecerá “
45 escândalos que marcaram o governo FHC

O documento “O Brasil não esquecerá – 45 escândalos que marcaram o governo FHC”, de julho de 2002, é um trabalho da Liderança do PT na Câmara Federal de Deputados. O objetivo do levantamento de ações e omissões dos últimos sete anos e meio do governo FHC, segundo o então líder do PT, deputado João Paulo (SP), não é fazer denúncia, chantagem ou ataque. “Estamos fazendo um balanço ético para que a avaliação da sociedade não se restrinja às questões econômicas”, argumentou. Entres os 45 pontos estão os casos Sudam, Sivam, Proer, caixa-dois de campanhas, TRT paulista, calote no Fundef, mudanças na CLT, intervenção na Previ e erros do Banco Central. A intenção da Revista Consciência.Net em divulgar tal documento não é apagar ou minimizar os erros do governo que se seguiu, mas urge deixar este passado obscuro bem registrado. Leia a seguir:

Itinerário de um desastre

Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixará uma pesada herança para seu sucessor.
A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Esse ano, para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.
O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.
Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.

Deputado João Paulo Cunha – Líder do PT
1 – Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

2 – O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

3 – A farra do Proer

O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

4 – Caixa-dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

5 – Propina na privatização

A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

6 – A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

7 – Grampos telefônicos

Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

8 – TRT paulista

A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

9 – Os ralos do DNER

O DNER foi o principal foco
de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

10 – O “caladão”

O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

11 – Desvalorização do real

FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

12 – O caso Marka/FonteCindam

Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

13 – Base de Alcântara

O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

14 – Biopirataria oficial

Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.

15 – O fiasco dos 500 anos

As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

16 – Eduardo Jorge, um personagem suspeito

Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

17 – Drible na reforma tributária

O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.

18 – Rombo transamazônico na Sudam

O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.

19 – Os desvios na Sudene

Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.

20 – Calote no Fundef

O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.

21 – Abuso de MPs

Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.

22 – Acidentes na Petrobras

Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da
empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

23 – Apoio a Fujimori

O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

24 – Desmatamento na Amazônia

Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

25 – Os computadores do FUST

A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

26 – Arapongagem

O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.

27 – O esquema do FAT

A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

28 – Mudanças na CLT

A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.

29 – Obras irregulares

Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.

30 – Explosão da dívida pública

Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.

31 – Avanço da dengue

A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

32 – Verbas do BNDES

Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

33 – Crescimento pífio do PIB

Na “Era FHC”, a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.

34 – Renúncias no Senado

A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

35 – Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamen
to aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.

36 – Assalto ao bolso do consumidor

FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.

37 – Explosão da violência

O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.

38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 – Subserviência internacional

A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

40 – Renda em queda e desemprego em alta

Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

41 – Relações perigosas

Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman – paraíso fiscal do Caribe.

42 – Violação aos direitos humanos

Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.

43 – Correção da tabela do IR

Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

44 – Intervenção na Previ

FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.

45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
Fonte:
Retransmissão: Carlos Honorato

Cinco mil pessoas ouvem Wagner em Ruy Barbosa

O primeiro comício do governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner, da Coligação “Pra Bahia Seguir em Frente”, reuniu cerca de cinco mil pessoas, na noite deste sábado (31), em Ruy Barbosa, cidade onde nasceu o candidato a vice-governador, Otto Alencar.
O local foi escolhido, segundo Wagner, como uma forma de homenageá-lo. “Orgulho-me de ter construído uma amizade com Otto. Parece até que nos conhecemos há 30 anos. Lula me ensinou que para vencer na política é preciso compreender e fazer novas amizades”, afirmou o governador.
Wagner afirmou que no seu conceito de fazer política não se deve impedir o crescimento do candidato a vice. “Otto deixou a política em 2004 porque o grupo ao qual ele pertencia lhe impediu de crescer. Aqui não colocamos empecilhos”, afirmou.
O prefeito da cidade, José Bonifácio, agradeceu pela série de obras feitas na região. “É preciso dar continuidade ao projeto político de Lula com Wagner e Dilma porque a população daqui está mais que satisfeita com o governo”, disse.
Estiveram presentes 23 prefeitos da Chapada Diamantina e outras regiões, além de lideranças locais, vereadores e ex-prefeitos. Antes do comício em Ruy Barbosa, Wagner, acompanhado dos outros membros da chapa majoritária, os candidatos ao Senado, Lídice da Mata e Walter Pinheiro, fez carreatas nas cidades de Mairi e Macajuba.

Dilma:''É preciso racionalizar o estado brasileiro''

O Estado de S.Paulo

Os gastos públicos com funcionalismo, Previdência e outros, que parecem apontar para uma crise fiscal no ano que vem, não preocupam a candidata Dilma Rousseff (PT). Tendo no horizonte projetos ambiciosos como pré-sal, Copa do Mundo ou Olimpíadas, ela avisa que, no passado, “já deu para conciliar isso”. Mas admite que há, pelo caminho, uma tarefa crucial: “É preciso fazer uma racionalização do Estado brasileiro”. Nesta segunda parte da entrevista ao Estado, sobre economia, ela fala de caminhos que adotaria, se eleita. “Não acho que o BNDES precise ter esse tamanho”, adverte, sobre os grandes aportes que o banco recebeu. A propósito deles, alerta: “É fundamental que o setor privado também apareça. Porque sem ele o Brasil vai ter de diminuir.”

Nos últimos anos o governo aumentou muito os gastos com funcionalismo, Previdência, gastos correntes, em detrimento do investimento. Como conciliar isso com os projetos em vista, como o pré-sal, Copa, Olimpíadas? A sra. diminuirá os gastos?

Se você olhar, deu perfeitamente para conciliar isso. Nós tivemos também uma queda violenta do endividamento. De 60,6%, em 2002, para 42,9%, em 2009. Em 2010, estimamos em 40,7%. Isso foi possível por causa dos 3,2% que fizemos, em média, de superávit primário. Acontece o seguinte: o Brasil teve que recompor custeio também. Porque nós queremos educação de qualidade, então vamos ter de investir nisso. Queremos qualidade na segurança pública, e aumentamos, fizemos plano de cargo e salários para a Polícia Federal. Tivemos também recomposição de capacidade de investimento do Estado. Não se investe sem algumas pré-condições. É necessário recompor toda a área que investe em logística. Houve uma mudança no padrão de estruturação de profissões na área do Estado. Aumentamos a meritocracia, através de concurso público e profissionalização. O que não dava era manter a realidade que recebi no Ministério de Minas e Energia: eram 20 ou 25 motoristas para um engenheiro.

Ou seja, vai haver ajustes.

O que teremos de fazer é uma racionalização do Estado brasileiro. O que recebemos depois de 20 anos de ajuste fiscal linear não é uma relação técnica que contribua para o investimento público e privado. E por que não? Porque você não tem as pessoas mais capacitadas para fazer a execução. O que você tem é uma grande estrutura de fiscalização e baixa qualidade de execução. O Brasil não pode continuar com baixa qualidade de execução. Tem que olhar direitinho, recompor algumas coisas e racionalizar outras. O padrão de corte linear não leva à eficiência da máquina. O que temos de responder a partir de agora é que este é um Estado mais eficiente, com funcionários que serão capazes de tocar. A gente consegue, eu acho.

Mas o Estado não aumentou? A 12ª estatal, uma empresa de seguros, pode ser criada…

Então vamos ver essa estatal, a Empresa Brasileira de Seguros. Em quase todas as áreas de grande projeto de infraestrutura ou de projetos de interesse social você tinha de constituir um fundo garantidor. E fundo garantidor estatal, porque a iniciativa privada não queria segurar isso. Por exemplo, o Minha Casa, Minha Vida. Como fazer sem seguro ou sem fundo garantidor? Veja o que acontece no Brasil: você tem 5,8 milhões de déficit habitacional em residências, quase 90% na baixa renda. O custo dessa população é o seguinte: se ela não tem uma política habitacional, vai morar onde? Em beira de rio, fundo de vale, encosta de morro. Deu enchente, o custo é muito maior, em vidas humanas. Então fazer política social de habitação é uma exigência. E aí, se você tem uma casa ou apartamento entre R$ 40 mil e R$ 50 mil, a população que ganha entre 1 a 3 salários mínimos não paga isso. Ou você subsidia ou não tem política de habitação no Brasil. Nós optamos por subsidiar. A população de 0 a 3 mínimos vai pagar uma prestação simbólica. De 3 a 10 pode pagar, desde que se criem mecanismos que diminuam os riscos. Eu acho que a opção foi a melhor: fazer o Minha Casa, Minha Vida com o setor privado e não via Estados e municípios. Fazer diretamente com quem faz. O fundo garantidor não funciona como subsídio, mas como diminuição de risco e, portanto, dos juros.

Mas a solução é o Estado ser segurador dos próprios contratos?

Esse contrato não é do Estado, é com a iniciativa privada. É a Caixa Econômica Federal fazendo contrato de 3 a 10 mínimos com a iniciativa privada. E esta exige um fundo garantidor para não ter que cobrar prestação muito alta.

Mas a nova estatal, de seguros, não vai funcionar só para isso…

Não, só lhe dei um exemplo. Dou outro. Grandes projetos de infraestrutura, quase todos, têm fundo garantidor. Porque você diminui o risco. Com isso, pode diminuir a taxa de juros e o financiamento do setor privado não fica proibitivo no longo prazo. Qual é a ideia do fundo garantidor? É como se você fizesse uma espécie de securitização. Utilizasse mecanismo de mercado. O fundo garantidor faz uma espécie de seguro. Ocorre em todas as questões que o setor privado não quer fazer por si mesmo.

A sra. diz que essa estatal se tornou necessária. Há alguma outra área que precise de estatal porque há falha no sistema?

Não que eu imagine. Acho que a Petro-sal emerge da experiência norueguesa. Consiste no fato de que o interesse da União não é igual ao da Petrobrás e nem de outras empresas. Não é desconfiança, é uma prática de mercado.

Mas tem a empresa de seguros, a Petro-sal, recriação da Telebrás, fortalecimento da Eletrobrás, usina de Belo Monte… O segundo governo de Lula foi marcadamente estatizante. Em seu governo pode haver mais avanço do Estado?

Eu, pessoalmente, não acredito que haja, que o correto seja estatizar as atividades. Não concordo, por exemplo, que no caso da banda larga nós tenhamos feito estatização. O que nós estamos fazendo é outra coisa. Se você olhar o Brasil, nós estamos aquém de todas as economias do nosso porte. Temos uma das bandas largas mais caras do mundo e um nível baixíssimo de serviço e de acesso da população. O gasto do consumidor do Brasil com banda larga é cinco vezes o do Japão, 2,7 vezes o da Rússia. Só 21% dos domicílios têm banda larga. Nós não vamos substituir o setor privado. De maneira alguma, até porque não dá. E não dá por um motivo simples: este é um país continental.

O Tesouro colocou R$ 180 bilhões no BNDES nos últimos 2 anos. No seu governo, o BNDES continuaria a ter esse tamanho?

Não acho que o BNDES precise ter esse tamanho. Ele só tem porque enfrentamos em 2008 uma das maiores crises econômicas, com um choque de crédito significativo. Além disso, não há hipótese de continuar financiando o longo prazo só com o BNDES. Porque as exigências de capital na área de logística, de energia, mais as das empresas privadas, serão elevadíssimas. Se você tiver só o BNDES, o nível de risco vai ficando cada vez maior em cima dele. Outra coisa: o BNDES não vai ter capital para fazer frente a toda a demanda. Então você tem que contar com o mercado de capitais. Acho que os bancos privados nacionais têm de ter atrativos para aumentar sua presença. Eles são elementos fundamentais, têm um baita funding. Os fundos de pensão em geral têm de entrar nisso, os privados, públicos, semipúblicos, temos de construir nossa própria engenharia financeira, seja através dos chamados fundos de infraestrutura ou do lançamento de debêntures. Olha, se não tivéssemo
s fornecido capital você teria tido no Brasil uma grave crise de crédito. Eu vi a Petrobrás, a maior empresa do Brasil, não conseguir acessar o mercado internacional. Tirou R$ 2 bilhões da Caixa, que deu o maior fuzuê e desistiu. Depois recorreu à negociação internacional. Ai de nós se o BNDES não tivesse R$ 100 bilhões.

Então não haverá novos aportes para o BNDES?

Pelo que vejo, só houver uma outra crise. É fundamental que o setor privado também apareça. Porque sem eles o Brasil vai ter de diminuir. Porque nós damos vários motivos, pelo ritmo de crescimento da infraestrutura, ou de qualquer projeto, e um dos principais se chama funding. Aqui, nos Estados Unidos, na China, em qualquer lugar.

A sra. disse que o nível de endividamento baixou nos últimos anos…

A dívida bruta, concordo com você: não caiu. Por três motivos. Dois de absoluta liquidez, que eram as reservas – responsáveis por a gente ter tido uma marolinha e não o tsunami – e o compulsório. O pessoal do Banco Central, o Henrique Meirelles (presidente do BC), colocou R$ 100 bilhões de compulsório, criou critérios mais flexíveis e tacaram US$ 71 bilhões para swap, de leilão de moeda. Sempre falam do Banco Central e esquecem a prontidão com que ele agiu diante da crise.

A sra. teve divergências com o BC…

Não. Vocês confundem uma discussão que eu tive com o Paulo Bernardo (ministro do Planejamento) com o Banco Central. Eu jamais comentei juro. Pode procurar nos jornais.

Mas, afinal, e os juros?

A atual taxa de juros tende a cair se mantivermos a seguinte trajetória. Primeiro, essa redução que a gente espera que ocorra na relação de dívida líquida com o PIB. Quando fizemos o PAC 2, nós supusemos uma taxa de crescimento entre 5% e 5,5%, a inflação convergindo para 4,5%. Dadas essas premissas, para até 2014, essa relação para em torno de 30%. Com uma trajetória de queda desse porte da relação dívida/PIB não tenho dúvida que a taxa de juros vai baixar.

Mas sem os cortes de gastos lineares, como a senhora chama, vai sobrar dinheiro para investir?

Sempre tivemos outras formas de cortar. Cortamos linearmente até 2005. Depois fizemos cortes específicos, não atingindo investimentos nem programa social. Já fizemos até superávit primário de 3,7%.

No ano passado, com ajuda dos investimentos do PAC…

Absolutamente legal. No Brasil, é engraçado: a regra pode ser mudada no meio do jogo se não interessar para as pessoas. Nós não fizemos isso não, criamos uma regra do jogo, sempre desde o início, segundo a qual podia deduzir investimentos. Por que deduzimos em 2009? Porque estávamos diante da maior crise já vista desde 1929. Depois que ela passou, acabamos com as isenções. Vamos lembrar bem. Quando a gente desonerou o IPI da linha branca e os automóveis, houve queda também da receita dos Estados e municípios. Usamos nosso dinheirinho para cobrir os municípios, foi um pouco mais de R$ 1 bilhão o que tinham perdido. Nos Estados não podíamos fazer isso. Então liberamos os financiamentos. Nossa gestão é completamente diferente da feita no passado, porque jamais deixamos a fragilidade externa violar um flanco nosso, que era a indexação da dívida interna brasileira em dólar. Fizemos outra coisa. Primeiro, uma redução violenta da indexação. Segundo, juntar US$ 253 bilhões de reservas. Terceiro, uma rota decrescente do endividamento. Agora, se der 7,5% de crescimento (previsão da Fazenda), é impossível não ter aumento de arrecadação.

A postura ortodoxa tem parcela de responsabilidade nesse êxito.

Sem dúvida.

Pelo que se deduz, a sra. pretende manter a autonomia do BC.

Sou a favor da autonomia operacional do Banco Central, a favor do status de ministro para o presidente do BC. Não acredito que se possa hoje defender a independência legal, não passa no Congresso.

As importações bateram recorde, o déficit externo deste ano passará de U$ 50 bilhões. fala-se em desindustrialização. Qual é o seu limite para importações e déficit externo?

Hoje as importações são bens intermediários, mais bens de capital – e isso se chama ampliação da taxa de investimentos. Se estivéssemos importando bens de consumo não duráveis, eu concordaria: estaríamos nos desindustrializando. Mas o Brasil está fazendo outra coisa, aumentando a taxa de investimento. Tem aí uma contradição a ser observada. Se a gente continuar crescendo como está, exportações e importações tendem a crescer simultaneamente. Acho que uma das questões à qual deveremos dar atenção é a das exportações. Vamos ter de combinar todas as políticas possíveis para nos proteger de um fenômeno que acho que já começou, de grande agressividade na concorrência internacional. Acho que vai ter que ter uma política de financiamento agressiva do Brasil. Isso já está acontecendo com todos os países do mundo. Mas não tenho nenhuma vocação para achar que se resolve tudo isso manipulando câmbio, o que acho que é uma receita meio primária.

A sra. interferiria no câmbio para ajudar os exportadores?

Acho que o câmbio reflete a realidade. No momento está em R$ 1,80 há horas. Não está havendo uma desvalorização cambial preocupante.



Mídia golpista trama estratégia para beneficiar Serra

Cada vez que os institutos de pesquisas apontam o crescimento maior de Dilma onde aparece a frente de Serra cinco pontos no Ibope, proporcional ao número de eleitores em sete milhões de votos, e oito no Vox Populi equivalente a 11 milhões de votos, a mídia que não recenhece as consquista do país o Brasil das conquistas sociais de lula, tentam impedir que Dilma suba mais ainda e aumente a diferença, e a mídia golpista já está em campo.
As matérias e fotos de destaque sobre as coberturas da campanha eleitoral traz Serra e Marina em contato com a população, mesmo sendo uma imagem fechada para esconder a pouca presença de pessoas nos comícios e caminhadas pelas ruas que é uma caracteristica dos movimentos em locais públicos de Serra.
Nesses 25 dias de campanha as fotos da aparições públicas da candidato tucano não passam de 500 pessoas, como foi em Curitiba na Boca Maldita, enquanto Dilma levou no último fim de semana mais de 12 mil pessoas na tradicional praça do centro da capital paranaense.
Nas fotos podemos comparar o número do público presente na mesma praça em Curitiba, cerca de 500 no comício de Serra e mais de 12 mil pessoas presentes com Dilma.
Nenhum dos jornais da mídia golpista mostra as fotos da multidão que tem comparecido nos comícios de Dilma, o de abertura em Porto Alegre com 5 mil pessoas, nem as fotos da praça da Sé, com mais de 15 mil pessoas, da Candelária no Rio de Janeiro com 20 mil, do Gigantinho em Porto Alegre com 10 mil.
As fotos que o PIG traz de Dilma são apenas com foco fechado no palanque ao lado dos candidatos da coligação, ao contrário de Serra que sempre aparece com foco fechado dos 50 ou 100 militantes contratados e assim aconteceu no Paraná, quando a própria imprensa disse que o comício estava desorganizado e não tinham 500 pessoas.
Na Bahia foi preciso suspender o comício em Itabuna porque não tinha público, e as fotos foram tiradas dentro de um ponto comercial no centro onde tinha gente, ao contrário dos comícios de Dilma quando a população vai a praça, Serra é que vai atrás dos locais com concentração de pessoas.
Outro fato lamentável desta campanha é que a candidata Marina Silva (PV) com uma bela história de vida está sendo usada para evitar o risco que corre a candidatura Serra, como apontam as pesquisas, de ver a eleição decidida no 1º turno.
Seria uma mancha em seu histórico de vida pública a imagem de Marina ser usada como linha auxiliar dos demotucanos, os quais sempre combateu a vida inteira, e pior ainda a estratégia é alimentada por quem representa o atraso e o ranço da direita retrograda, César Maia (DEM) ex-prefeito do Rio de Janeiro.
Além da traição de seu companheiro de partido Fernando Gabeira (PV/RJ) que faz campanha de braços dados com José Serra (PSDB/SP) no Rio de Janeiro, e ao lado de César Maia (DEM), que deu uma declaração dizendo, com todas as letras, que Marina é apenas linha auxiliar: “Agora um voto na Marina no primeiro turno é um voto no Serra no segundo – descartando qualquer possibilidade de Marina ser candidata para valer, a ponto de chegar o segundo turno”.
Independente do resultado desta eleição essas páginas escritas por mãos sujas na campanha de Marina Silva, vão manchar o livro de sua história de vida e sua participação na vida pública do país.

DIRETO DE CUIABÁ, MATO GROSSO!

UMA MULHER QUE MERECE VIVER E SONHAR!

Hoje vou falar de mulher para mulher, sem qualquer apelo sexista. Perdoem-me se as palavras não forem as mais adequadas, reconheçam apenas que são sinceras. Vi camisetas, faixas, mensagens alusivas, enfim várias mídias tentando expressar o significado e o valor da mulher. Olha que não estou falando em reduzir o valor do homem, revanchismo até porque sou contra as palavras que carregam o sufixo “ismo”, pois quase sempre o resultado é, no mínimo perigoso. Mas, voltando as “homenagens” achei estranho, quase todas vendem uma idéia e se pratica discurso diferente. Houve movimento reivindicatório para que a mulher tivesse reservada uma cota de participação em candidaturas, mas dificilmente ocupadas. O Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso lançou nomes para comporem a Assembléia Legislativa, aqui vou mencionar dois nomes, devido a afinidade de idéias, mas, caro leitor (a) sinta-se a vontade para observar a proposta das demais. Para que se eleja uma mulher capaz de representar as classes dos trabalhadores, desses que constroem diariamente o progresso de Mato Grosso, é preciso que você acredite nas bandeiras a serem defendidas e, sobretudo, na credibilidade e confiança que estes nomes possam inspirar.
Vera Araújo tem uma trajetória de lutas na área da educação, você que é pai ou mãe, ou que já sentou-se em um banco escolar sabe o significado de ter alguém que busque aquilo que falta para a sua escola, para a sua sala de aula. Verinha, como é chamada, fez isso como vereadora e Deputada Estadual – 13678. Peço que reflita, desprovido (a) de qualquer sentimento de amor ou ódio, de rancor ou amizade, apenas com a razão e, depois, de muito ponderar, vote com a maior segurança neste nome: Verinha.
Dentro de um espaço democrático de idéias, consideramos apropriado apresentar outro nome, com um perfil igualmente confiável e competente: Jusci da Eletronorte. Cuidar de projetos que envolvem convênios e negociações com prefeitos de diversos partidos exige bom senso, coerência, e conhecimento da atribuição que lhe foi designada. Durante anos, JUSCI tem percorrido o Estado transformando o sonho da energia elétrica na casa ou na propriedade rural uma realidade. O que precisa uma deputada estadual para ser atuante? Bom senso, coerência, conhecimento atributos que JUSCI antes de ser candidata a Deputada Estadual já apresentou. Além disso, para aqueles (as) que buscam a renovação nos quadros políticos de Mato Grosso é um nome que não está vinculada a esses discursos cheios de retórica e vazios de conteúdo. Assim, apresento o nome de JUSCI DA ELETRONORTE para ser a sua representante na Assembléia Legislativa. Se não conhece, não ouviu falar, procure saber mais e com certeza, o seu voto fará a diferença.

HILDA SUZANA VEIGA SETTINERI

Fortaleza veste vermelho e apóia BRUNO 1313 – PT

Estive presente e cobrindo a cerimônia de lançamento da candidatura do companheiro e professor ARTUR BRUNO a deputado federal com o número 1313. O evento ocorreu no Marina Park Hotel, considerado um dos melhores hotéis de Fortaleza. O auditório estava super lotado para receber de braços abertos toda a militância petista amiga e eleitora de ARTUR BRUNO 1313. Diversas autoridades do estado do Ceará estiverem presentes: o vice-governador Professor Pinheiro, o Secretário de Recursos Hídricos, a deputada Rachel de Queiroz, o presidente da CUT, o vereador Guilherme do PT, Lúcia, a mãe da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, os candidatos a deputado estadual pelo PT, Antônio Carlos e Ibiapino e tantos outros.Natécia, esposa ARTUR BRUNO, falou sobre a trajetória do deputado, que foi os primeiros vereadores, juntamente com o Durval Sampaio, eleitos pelo Partido dos Trabalhadores em Fortaleza. Natécia exibiu o filme DESAFIANDO GIGANTES, que emocionou a plateia chegando as lágrimas. Foi comovente.O coordenador de campanha, o vereador Guilherme do PT falou sobre como irá funcionar toda trabalho para eleger ARTUR BRUNO 1313, que precisará de mais de 100 mil votos, quantidade de 2 estádios Castelão lotados.Por final, chegou a vez do companheiro ARTUR BRUNO 1313. Artur enalteceu seu pai, que ensinou a acordar cedo, estudar muito, ser disciplinado e a ter caráter, que até hoje é uma marca de sua vida, pois educar é preciso, sempre. Bruno agradeceu a todos que estão colaborando com sua candidatura. O ponto marcante foi a defesa da educação e dos professores na Assembleia Legislativa, chegando a ser contrário as medidas do governador Cid Gomes contrário ao PISO SALARIAL aprovado pelo presidente Lula. Bruno disse que não tem apoio de nenhum prefeito do estado do Ceará, inclusive dos prefeitos petistas, a única é a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins.O futuro deputado federal ARTUR BRUNO 1313 também convocou a plateia a eleger DILMA ROUSSEFF presidente do Brasil e uma grande bancada petista no Congresso Nacional.
Fiz diversas entrevistas que em breve publicarei. ARTUR BRUNO, meu respeito e minha admiração. Conte com o Blog da Dilma.

CNT/Sensus registra pesquisa sobre a disputa presidencial

“O Sensus registrou no Tribunal Superior Eleitoral, anteontem (29/07), pesquisa sobre avaliação do governo Lula e sucessão presidencial. A pesquisa foi contratada pela Confederação Nacional dos Transportes. Serão ouvidos 2000 eleitores entre nos dias 30/07 e 02/08.
De acordo com a legislação, os resultados poderão ser divulgados a partir de segunda-feira (2/8). Entretanto, considerando o período da coleta dos dados, o mais provável é que sua publicação aconteça a partir de terça-feira (3/8). (Nota da Arko Advice, empresa de consultoria política).”
(Com Blog do Noblat)

Boca Maldita em Curitiba há 30 anos…

Governador Maranhão inaugura Comitê Dilma Presidente

O governador José Maranhão (PMDB), candidato à reeleição pela Coligação ‘Paraíba Unida’, fechou a agenda de campanha em Campina Grande, neste sábado (31) à noite na inauguração do Comitê ‘Dilma Presidente’, comandado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Neste domingo (1º), Maranhão retorna à Rainha da Borborema onde comanda a ‘Carreata da União’, que terá início na Avenida Manoel Tavares e se encerrará no Largo do Açude Novo. O comitê está localizado na Rua João Moura, ao lado do Parque do Povo.

O presidente do PT de Campina Grande, Alexandre Almeida, agradeceu a presença do governador à inauguração e afirmou que Maranhão “tem tudo a ver com o Partido dos Trabalhadores”. Ele complementou: “Nós vamos eleger Dilma (Rousseff) na base da honestidade e da simplicidade e o governador pratica política dessa forma”. O comitê é o primeiro de Dilma Rousseff na Paraíba.

Candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Zé Maranhão, o deputado estadual Rodrigo Soares, que é presidente do PT da Paraíba, afirmou que desde o início da campanha eleitoral, quando a ex-ministra ainda computava 3% das intenções de voto nas pesquisas, o PMDB da Paraíba e o governador nunca deixaram de acreditar no projeto do PT. “Por isso, estamos todos aqui juntos, PT, PMDB e demais partidos aliados.

O deputado federal Wilson Santiago (PMDB), que concorre a uma vaga ao Senado pela Coligação ‘Paraíba Unida’, disse se sentir muito à vontade na casa do PT. Lembrou que foi o voto de minerva para arquivar o pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Filho de Campina Grande, o deputado e também postulante ao Senado, Vital do Rêgo Filho (PMDB) declarou que Maranhão foi o “mais fiel aliado que Lula teve no momento em que mais precisou”. Ressaltou ainda que a aliança com o PT não é passível de dissolução. “O PT é aliado de primeira hora de Zé Maranhão”, atestou Vitalzinho. Ele disse que o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, garantiu que Dilma só terá um lado na Paraíba: o de Zé Maranhão.

O peemedebista Maranhão foi o último a discursar. Iniciou cumprimentado “aos companheiros e companheiras do PT”. Ele fez questão de relembrar a relação história que tem com o PT, quando foi uma voz solitária dentro do PMDB no apoio à candidatura de Lula a presidência. “Dentro desta linha de coerência e de compromissos, o PMDB jamais poderia se posicionar contra as propostas do presidente Lula, que sempre foram as mesmas propostas que o nosso partido defendeu”, disse.

O castelo de areia da direita

A América do Sul vive a expectativa de ver seu futuro e os rumos de todo o continente para a segunda década do século, através das eleições brasileiras. O que se deseja é o fortalecimento das democracias e do Mercosul para impulsionar as economias regionais no vácuo do crescimento brasileiro. Está claro que a discussão atual, sob a ótica da esquerda, está muito mais focada em eleger Dilma Rousseff presidente do Brasil que promover uma “revolução do proletariado”. Portanto, optar pela continuidade do atual governo e seus dirigentes, não é, exatamente, uma opção ideológica. É uma opção lógica.

Já a direita – que deseja voltar ao poder para realinhar o continente aos interesses de Washington – retoma a tática terrorista de desencadear ondas de medo através de sua imprensa, requentando argumentos que buscam vincular as esquerdas ao terrorismo e elegendo Dilma, Fidel e Chaves os sócios latinos de Bin Laden!

Serra, o máximo que a direita pôde produzir como seu candidato, é um sujeito que se curva a qualquer imposição que lhe renda míseros votos aqui e ali. Seu motor de propulsão não é a ganância material e sim satisfazer sua enorme vaidade de vestir o cargo de presidente. Mais nada. Não é, nem de longe, “o mais bem preparado” para levar adiante o projeto petista – como tentará vender-se na TV e nos debates. Seu passado, principalmente o recente, o condena: a “recuperação” e repasse da prefeitura ao primeiro boçal que lhe apareceu à frente e o salto ao governo paulista onde não fez nada além de preparar sua candidatura ao planalto, não o credenciam a nada. Desde a presidência da UNE, da qual saiu correndo no primeiro estouro de rojão, ocupou cargos onde nada produziu de relevante além de anexar créditos alheios. Vai dourar a pílula em seu programa eleitoral na TV, autobiografando-se herói idealista saído da Moóca para servir ao Brasil. Não engana ninguém. Os tempos são outros. Seus eleitores não votam nele. Votam contra o PT. Tornou-se o tipo de pessoa que, se chegasse ao mais alto posto, não tendo mais para onde subir, perderia o rumo e ruiria como um castelo de areia. Não serve ao país nem como colaborador para o futuro governo Dilma.

O que o PSDB e seus aliados não entenderam ainda, é que depois do desmoronamento da teoria da globalização e da nova realidade brasileira, a estratégia de arrecadar votos com o auxílio de uma mídia fabricante de artificialidades encontra sua maior aceitação apenas em São Paulo. Porque o paulista tem conexões umbilicais com o conservadorismo raso e pavor diante de ações que atendam as necessidades mais urgentes na base da pirâmide social. Odeia ter que dividir espaço com essa nova classe emergente que ocupa as filas dos bancos, dos supermercados e dos cinemas.

É cada vez menos comum, embora mereça consideração, o argumento de que a consolidação da vantagem de Dilma Rousseff nas intenções de voto se dá por falta de instrução do eleitorado. Argumento insustentável. É como afirmar que, quando FHC ou Collor foram eleitos, o povo era “diplomado”. Mas, ao eleger Lula, por algum motivo misterioso, o povo emburreceu e usou seu diploma para economizar papel higiênico.

Fazendo-se uma análise que não exige, sequer, aprofundamento nos números das últimas pesquisas eleitorais, surge um bofete na cara dessa turma pseudo-elitista: os resultados do Vox Populi, mostram que Dilma vence em TODAS as faixas de escolaridade. O ÚNICO índice no qual perde para Serra é o da faixa de renda acima de 5 salários mínimos e, mesmo assim, é um empate técnico (37% a 36%). E, num eventual segundo turno, Serra receberia 1% a mais de votos na faixa dos eleitores que tem curso superior.

Resumo da ópera: levando-se em conta que ter nível superior não implica em ser esperto, democrático ou justo, e que os diplomados não são exclusividade da direita, pode-se afirmar que todos os segmentos da sociedade – banqueiros, empresários, comerciantes, profissionais liberais, trabalhadores, mestres, doutores, universitários, estudantes em geral – contabilizarão a maioria que elegerá Dilma e a continuidade do projeto de governo petista.

E Serra – ao contrário do vergonhoso sistema de progressão que instituiu na educação pública paulista incentivando a vagabundagem – terá sim, que repetir o ano em todas as matérias que tratam das obrigações do gestor público. Que reescreva na lousa da sua consciência, quantas vezes forem necessárias até assimilar de cor e salteado, a conjugação dos verbos “governar”, “beneficiar”, “atender”, “servir” – em todos os tempos verbais existentes e os exemplifique usando adjetivos como: pobres e ricos, moradores das periferias e dos jardins, empregados e patrões, pedestres e motoristas, homens e mulheres, jovens e idosos, etc. Quem sabe assim, depois deste “intensivão”, torne-se apto a pleitear algum modesto cargo público e construir algum benefício real à sociedade.

Fonte:

Habitação desordenada

*por FERNANDO RIZZOLO

Nos últimos anos, inúmeras foram as formas encontradas pelo ser humano de ir em busca daquilo que chamamos de “bem-estar”. Os avanços nas áreas social e tecnológica, na medicina, na conscientização ecológica e nas maneiras sustentáveis de desenvolvimento levaram a sociedade, como um todo, a uma condição de maior equilíbrio entre o individual e o meio ambiente.

Nos países em desenvolvimento como o Brasil, as mudanças deram-se muito mais em relação aos mecanismos de inclusão social e de distribuição de renda, de acordo com uma visão mercadológica embasada numa visão social-democrata. Contudo, observamos que no Brasil a questão “desenvolvimento” e “meio ambiente” está pautada num conflito cujos programas de base inclusiva social não atingiram até agora conformidade aceitável no que diz respeito à ocupação do solo. Atualmente, o grande problema habitacional, consequência direta do desenvolvimento, faz com que parte da massa trabalhadora ocupe de forma desordenada áreas de risco ambiental, promovendo o desmatamento, cujos resultados são por demais danosos.

Na verdade, a questão habitacional está diretamente ligada a fatores que incluem segurança ambiental, saneamento básico e política de saúde e segurança pública. Os efeitos nocivos da má ocupação do solo, como deslizamentos e inundações, são com frequência muito mais resultado do desenvolvimento desordenado do que de uma política ambiental austera. A falta de um programa habitacional ordenado fez com que grande parte da população urbana procurasse meios de estar mais próxima dos grandes centros, estrangulando assim a viabilidade do Poder Público em atender às demandas sociais de toda sorte em determinadas áreas.

Hoje, a grande questão na implementação de programas habitacionais como o ‘Minha Casa Minha Vida’ deve ser em termos de acesso às áreas próximas aos grandes centros, que não agridam o meio ambiente e ao mesmo tempo contem com a facilidade dos meios de transporte, saneamento básico e, acima de tudo, o fator distância. Só assim poderemos, de forma cautelosa, projetar um desenvolvimento pautado em respeito à natureza, ao bem-estar social, e trazermos para nós a responsabilidade maior pelos desastres naturais, em vez de sempre apontarmos a natureza e os países desenvolvidos como vilões das grandes catástrofes. Em suma, se quisermos que as grandes tragédias que têm assolado o País desde o final de 2009 e início de 2010 deixem de acontecer, temos também de fazer a nossa parte, e nisso o governo Lula tem se esforçado.

Fernando Rizzolo é Advogado e editor do Blog do Rizzolo

Serra enaltece deputado com candidatura indeferida por "ficha suja"

PAULO PEIXOTO
DE BETIM
Um dia após o plenário do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Minas Gerais indeferir por unanimidade a candidatura do deputado estadual Pinduca (PP) por ele figurar no rol dos “fichas sujas”, o tucano José Serra o elogiou nesta sexta-feira do alto de um palanque, dizendo que ele “ganha fácil, se Deus quiser”.
Serra está em Betim (região metropolitana de BH) em mais um evento de campanha ao lado do ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, e do governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição. No palanque estava também Pedro Ivo Ferreira Caminhas, conhecido como Pinduca.
“Não posso aqui deixar de mencionar o Pinduca, que está aqui nessa dobrada e ganha fácil, se Deus quiser. Mas não só ganhar, levar voto para a gente também”, discursou Serra.
Pinduca teve o registro de candidatura à reeleição negado pelo plenário do TRE ao acolher uma impugnação do Ministério Público Eleitoral.
Além da ausência de um documento exigido pela Justiça Eleitoral para o registro, o outro motivo do indeferimento, segundo nota do TRE, “foi a inelegibilidade de Pinduca, motivada pela condenação dele, pelo TRE-MG, em julho de 2009, por abuso de poder econômico, caracterizado pelo oferecimento de transporte em ambulâncias e festas oferecidas a moradores de Betim”.
“Eu vou sair [candidato à reeleição]. Vou entrar com [pedido de] liminar. O que eu fiz de errado?”, questionou. A reportagem apurou que Pinduca poderá apoiar sua mulher para deputada, se a decisão for mantida. Questionado sobre isso, ele disse apenas que ela “está registrada” para a disputa.
SERRA APOIA O DEM. DEM APOIA SERRA. SERRA APOIA CANDIDATO FICHA SUJA. FICHA SUJA APOIA SERRA. E SERRA SONHA EM SER PRESIDENTE DO BRASIL. FALA SÉRIO!!!

Enquete: Qual categoria que não vota nos tucanos?

Enquete realizada pelo  ficou 30 dias na Blogosfera perguntando ao navegante, “na sua opinião qual segmento da administração pública de São Paulo e categoria profissional não votaria em hipótese nenhuma nos tucanos”, José Serra (PSDB) para presidente e Geraldo Alckmin (PSDB) para governador.
O internauta poderia fazer escolha múltipla e assinalar as seguintes categorias:

1. Professores da Rede de Ensino
2.Trabalhadores da Saúde
3. Policiais (Polícias, Civil e Militar)
4. Servidores do Judiciário
5. Funcionários e Estudantes da USP
6. Servidores da Administração Pública

Todas essas categorias estão em conflito com os governos tucanos nos últimos dez anos, desde 2000 quando Alckmin era o vice-governador, e depois assumiu o governo após a morte de Mário Covas, passando pelo governo Serra que foi governador do estado de 2006 até abril deste ano.
Todas as categorias promoveram manifestações durante os últimos anos pelo arrocho salarial imposto pelos governos tucanos desde 2000, e as polêmicas em relação a valores pagos ao funcionalismo em geral, como o vale refeição de R$ 4,00 também conhecido como vale-coxinha.
Categorias em manifestações por reajuste e valorização profissional chegaram ao confronto e sofreram agressões como a repressão aos professores nas imediações do palácio do governo no Morumbi.
E ainda para piorar o quadro categorias se confrontaram proporcionando uma batalha campal no caso das policias civil e militar que deixou mais de 40 feridos.
Seguindo a metodologia utilizada nas pesquisas eleitorais que apontam o nível de rejeição de um candidato, perguntando em que você não votaria de jeito nenhum”, o levantamento refletiu o pensamento da opinião pública e os professores estaduais foram apontados com os que mais rejeitam os candidatos tucanos.
Seguidos pelos trabalhadores da saúde, que além de insatisfeitos são vítimas das terceirizações promovidas pelo governo Serra em São Paulo, que acaba prejudicando o atendimento aos pacientes e principalmente aos usuários do SUS.
Um plano para criação de carreira acordado com a categoria dos trabalhadores da saúde dorme há anos nas gavetas do governo de São Paulo.
As imagens aterrorizantes do confronto entre as policias ficaram marcadas na memória dos internautas e as categoria de policias, civil e militar, foram a terceira mais apontada como as que não votariam em Serra de jeito nenhum.
Esses dados contribuem para entender também, como apontam os quatro institutos de pesquisa, porque o candidato José Serra é o mais rejeitado entre todos os outros.

MUITO ESTRANHO!

Na pesquisa IBOPE registrada no TSE em 31/7 há na pergunta sobre os candidatos a presidência o nome de Ciro Gomes. Ciro Gomes não é candidato a nada nessa eleição.Porque o IBOPE incluiu o nome dele? Asim como nome de Aécio Neves que não é candidato a presidência, e sim ao Senado. Muito estranho!
P09) O(A) sr(a) sabe ou não sabe quem é o candidato a
Presidente da República apoiado pelo Presidente
Lula? (CASO SIM) Quem é? (ESPONTÂNEA –
RU)
001( ) Dilma
002( ) Ciro Gomes
003( ) José Serra
004( ) Marina Silva
005( ) Aécio Neves
997( ) Citou outro nome (especifique)

SÃO PAULO LIDERA O QUADRO MAIS DRÁMATICO DE DENGUE

São Paulo apresenta o quadro mais dramático. Diferentemente do que acontece nos outros Estados, a Secretaria de Saúde paulista não divulga os casos notificados, apenas os confirmados. Mesmo assim, houve um aumento de 2.277% nos casos de dengue confirmados entre janeiro e junho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, São Paulo já registrava no final de abril 185.966 notificados. A secretaria afirma que até 29 de junho foram confirmados 157.200 casos, sendo 120 mortes. No ano passado foram 6.612 casos de janeiro a junho.

O pico da doença foi registrado em março, quando houve 51.057 ocorrências confirmadas no Estado. Ribeirão Preto, no interior, é a cidade com maior número de casos (27.951) e mortes (11). Em segundo lugar aparece São José do Rio Preto, também no interior paulista, com 17.729.

HERANÇA MALDITA DE SERRA COMO MINISTRO DA SAÚDE SEGUE FIRME EM SP

PESQUISA SENSUS

Aguardem, na terça ou na quarta feira sai o resultado da da pesquisa SENSUS. Tucanos muito nervosos.

NOVA PESQUISA IBOPE NAS RUAS

31/07/2010
Protocolo 21697/2010
Contratada IBOPE Inteligência Pesquisa e Consultoria Ltda.
Contratante Globo Comunicação e Participação – Rua Lopes Quinta Nº 303 – Rio de Janeiro – RJ- CNPJ 27865757/0001 02 E S/A O Estado de São Paulo – Avenida Engenheiro Caetano Álvares nº 55-6º andar São Paulo SP CNPJ 61533949/0001-41
Valor da Pesquisa 120000
Origem dos Recursos Globo Comunicação e Participação S/A e S/A O Estado de São Paulo
Pagante do Trabalho Globo Comunicação e Participação S/A e S/A O Estado de São Paulo
Período de Realização de 31/07/2010 a 06/08/2010
Nr. de entrevistados 2506
Situação Aguardando decurso de prazo
Área de abrangência Nacional
Cargos Presidente
Fonte TSE
O IBOPE também fará pesquisa na Bahia, e no Paraná para Presidente, Governador, Senador

CHARGE DO BESSINHA

Maia afirma não crer em vitória de Serra no 1º turno

DO RIO
Em evento de campanha do DEM no Rio com a presença de José Serra, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que disputa o Senado, disse que não acredita mais que o candidato do PSDB à Presidência vença no primeiro turno.
A afirmação foi feita após perguntas de jornalistas sobre a presença de Fernando Gaveira (PV), candidato da aliança ao governo do Estado e aliado de Marina Silva (PV), no palanque de Serra.
Para o ex-prefeito, com um cenário de disputa entre o tucano e Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, deixa de fazer sentido a crítica de que Serra não teria um candidato a governador a apoiá-lo exclusivamente no Rio.
Anteontem, uma pesquisa Ibope mostrou Dilma cinco pontos à frente de Serra.
Mais cedo, ao participar de caminhada ao lado do vice, Índio da Costa, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Serra minimizou os dados. “Cada dia é um resultado. O que importa mesmo é a pesquisa de urna.”
O Maia deveria ser mais sincero. Nem no primeiro turno e nem no segundo turno, se houver. Serra/PSDB/DEM nunca mais

Propaganda de aliados não cita Serra

Com 25 dias de campanha, imagem de tucano não aparece em santinhos e adesivos de candidatos nos Estados

Fotos da rival Dilma estão em material de campanha de aliados do PT em 7 dos 8 maiores colégios eleitorais

BRENO COSTA
DE SÃO PAULO

Com 25 dias de campanha, os candidatos a governador aliados de José Serra (PSDB) nos oito maiores colégios eleitorais do país ainda não incorporaram a imagem do tucano em seus santinhos, adesivos e cartazes.
Até sexta-feira, só a campanha de Antonio Anastasia, em Minas Gerais, começava, timidamente, a produzir material casado. Mesmo em São Paulo, base de Serra, ainda não há material com ele ao lado de Geraldo Alckmin -exceto painéis em encontros de sua coligação.
Nos sites dos candidatos nesses Estados, que representam 94 milhões de eleitores, não havia um único material de campanha casado disponível para download. Nem mesmo na apresentação das páginas havia uma foto do candidato.
A foto oficial de Serra, em alta resolução, está disponível no seu site oficial desde o início da corrida presidencial. Com ou sem Serra, o custo de imprimir um adesivo, por exemplo, é o mesmo.
O cenário é distinto do de sua adversária Dilma Rousseff (PT), cuja imagem acompanhava o material de campanha de seus aliados em 7 desses 8 Estados.
Coordenador da campanha de Serra, o senador Sérgio Guerra citou um exemplo da Paraíba -em que a imagem de José Maranhão (PMDB), aliado de Dilma, estaria associada exclusivamente ao presidente Lula- para explicar seu raciocínio.
“Por que tinha material dele só com o Lula? Porque o Lula dá voto, e a Dilma não dá”, disse Guerra.
O material de Maranhão, no entanto, inclui Dilma.
Questionado se a mesma lógica se aplicava, então, aos casos em que Serra está ausente do material com os candidatos ao governo, desconversou e elogiou Lula.
“A única exceção nessa história é o Lula”, disse o senador, que nega que os aliados estejam escondendo deliberadamente a imagem de Serra nos Estados.
Ele mesmo disse não ter Serra em seus santinhos para deputado federal. Segundo Guerra, por erro na montagem do material.
Na campanha de Marcos Cals (PSDB-CE), em vez do presidenciável Serra, o postulante à reeleição no Senado Tasso Jereissati é onipresente nas propagandas.
Serra ainda não entrou por “dúvidas na hora de contabilizar os custos” da impressão da imagem do candidato, segundo José Liberato, coordenador da campanha de Cals.
No Paraná, onde Beto Richa (PSDB) lidera as pesquisas e por onde Serra iniciou oficialmente sua campanha, a promessa era que o material casado comece a ser distribuído amanhã.
Em Pernambuco, segundo maior eleitorado do Nordeste, região onde Serra tem o pior desempenho nas pesquisas, a coordenação da campanha de Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse, na quarta-feira, que a imagem do tucano chegara na véspera. Até ontem, contudo, ainda não havia material casado.

Ibope desempata pró Dilma: como fica o Datafolha?

O Ibope anunciado agora há pouco, no Jornal Nacional desta sexta-feira, desempatou o jogo das pesquisas eleitorais: em relação à pesquisa anterior, que deu empate em 36 pontos, Dilma subiu três e foi para 39, abrindo cinco pontos de dianteira sobre José Serra, que caiu dois, e agora tem 34. Abriu a “boca do jacaré”, com dizem os especialistas, fora da margem de erro.
O resultado do Ibope ficou bem mais próximo do Vox Populi, que apontou oito pontos de vantagem para Dilma (41 a 33), do que do Datafolha, o único a registrar empate técnico, com José Serra numericamente um ponto à frente (37 a 36), nas pesquisas divulgadas no último fim de semana.
Não sou especialista em pesquisas _ aliás, como vocês sabem, em coisa alguma _, mas são números tão divergentes estes apresentados pelos três maiores institutos do país que, neste momento, o Datafolha fica mal na fita. Talvez seja o caso de repensar a sua metodologia, baseada em entrevistas nas ruas nos pontos de grande fluxo de pessoas (os outros ouvem os eleitores em suas casas). Com a palavra, os responsáveis pelo instituto.
A apenas dois meses das eleições e a duas semanas do início do horário político na televisão, sem qualquer fato político relevante nas últimas semanas que possa justificar mudanças bruscas na intenção de voto do eleitor, é no mínimo estranho o cenário visto a partir das últimas pesquisas presidenciais.
Nas campanhas dos principais Estados, há mais convergências entre os resultados até aqui divulgados pelos três institutos. Com exceção de São Paulo, onde Geraldo Alckmin caminha para uma tranquila eleição no primeiro turno, são os candidatos da aliança governista PT-PMDB-PSB que aparecem à frente: Sergio Cabral, no Rio; Hélio Costa, em Minas; Tarso Genro, no Rio Grande do Sul (sem o PMDB); Eduardo Campos, em Pernambuco; Jacques Wagner, na Bahia, e Cid Gomes, no Ceará.
O fato de contar com o apoio de candidatos que lideram a disputa nestes grandes colégios eleitorais pode ser uma das explicações para o crescimento de Dilma e a queda de Serra no Vox Populi e no Ibope.
A outra é que cada vez mais eleitores identificam Dilma como a candidata de Lula, o presidente que mantém seu índice de popularidade em torno de 77%, como o Ibope reiterou nesta última pesquisa (apenas 4% consideram seu governo ruim ou péssimo).
É jogo jogado. Agora, resta esperar pelo início dos programas de Serra e Dilma no rádio e na TV para que surjam novidades nas pesquisas, já que Marina Silva, a candidata verde da terceira via, continua cada vez mais longe dos ponteiros (apenas 7% nesta última pesquisa do Ibope). Os nanicos não pontuaram.
Desta forma, a grande pergunta que podemos fazer neste momento é se teremos ou não segundo turno. Que resposta dariam os leitores do Balaio?
Ricardo Kotscho

Dilma minimiza resultados de pesquisas eleitorais e afirma que caminhada até 3 de outubro é longa

Lúcia Nórcio, Agência Brasil

”A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, minimizou hoje (31) os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto.

“Pesquisa é o retrato do momento. E nesse momento somos capazes de mobilizar pessoas e partidos políticos que reconhecem o trabalho que foi feito nesse governo”, disse logo depois de participar de comício em Curitiba.

Para ela, “não dá para usar salto alto, em clima de já ganhou”. “Temos que ter cautela em relação a pesquisas. Ainda temos uma longa caminhada até o dia 3 de outubro”, afirmou a candidata que subiu no palanque, acompanhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pesquisa do Ibope divulgada ontem (30) aponta Dilma com 39% das intenções de voto, cinco pontos percentuais a mais que José Serra (PSDB), que tem com 34%. Marina Silva, do PV, obteve 7% das intenções de voto. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.

Durante o comício na Boca Maldita, centro da capital paranaense, Dilma e Lula também pediram apoio às candidaturas de Osmar Dias (PDT), para o governo do estado, e de Roberto Requião (PDT) e Gleisi Hoffmann (PT) para o Senado.

Diante de milhares de pessoas, o presidente Lula disse que foi difícil formar a aliança no estado. “Foi muita conversa com cada um deles, de partidos diferentes, e não foi fácil convencê-los de que estava em jogo não uma loteria, mas a política brasileira, que precisa de melhores governantes. Foram dois anos de negociação”, contou o presidente. A coligação paranaense A União Faz Um Novo Amanhã é formada pelo PDT, PMDB, PT, PCdoB, PSC e PR.”

O presidente Lula fez um apelo ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, pela vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani

Brasil oferece asilo a iraniana condenada à morte
http://rummuser.com/wp-content/uploads/resized_Sakineh_Mohammadi_Ashtiani-267x300.jpg
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que o Brasil pode conceder asilo a uma iraniana que foi condenada à morte em seu país por crime de adultério. Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento. Sakineh, de 42 anos, chegou a receber 99 chibatadas por ter cometido adultério. 

DIRETO DE CUIABÁ, MATO GROSSO!

É PRECISO CORAGEM É PRECISO TER RAÇA


Edilson Nery candidato a deputado Federal 1331 pelo Estado do Mato Grosso é recebido pelos companheiros de caminhada com uma festa na cidade de Caceres! Ele recebe as reinvidicações da UJS para a campanha de 2010.

São todas propostas que se encaixam perfeitamente ao mandato que EDILSON NERY encampa visto serem do movimento democratico popular. EDILSON FALOU DA IMPORTÂNCIA DE ELEGER DILMA PARA MANUTENÇÃO DO PROJETO VENCEDOR E DO INTERESSE DOS TRABALHADORES!

Fortaleza veste vermelho e apóia BRUNO 1313 – PT

Estive presente e cobrindo a cerimônia de lançamento da candidatura do companheiro e professor ARTUR BRUNO a deputado federal com o número 1313. O evento ocorreu no Marina Park Hotel, considerado um dos melhores hotéis de Fortaleza. O auditório estava super lotado para receber de braços abertos toda a militância petista amiga e eleitora de ARTUR BRUNO 1313. Diversas autoridades do estado do Ceará estiverem presentes: o vice-governador Professor Pinheiro, o Secretário de Recursos Hídricos, a deputada Rachel de Queiroz, o presidente da CUT, o vereador Guilherme do PT, Lúcia, a mãe da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, os candidatos a deputado estadual pelo PT, Antônio Carlos e Ibiapino e tantos outros.Natécia, esposa ARTUR BRUNO, falou sobre a trajetória do deputado, que foi os primeiros vereadores, juntamente com o Durval Sampaio, eleitos pelo Partido dos Trabalhadores em Fortaleza. Natécia exibiu o filme DESAFIANDO GIGANTES, que emocionou a plateia chegando as lágrimas. Foi comovente.O coordenador de campanha, o vereador Guilherme do PT falou sobre como irá funcionar toda trabalho para eleger ARTUR BRUNO 1313, que precisará de mais de 100 mil votos, quantidade de 2 estádios Castelão lotados.Por final, chegou a vez do companheiro ARTUR BRUNO 1313. Artur enalteceu seu pai, que ensinou a acordar cedo, estudar muito, ser disciplinado e a ter caráter, que até hoje é uma marca de sua vida, pois educar é preciso, sempre. Bruno agradeceu a todos que estão colaborando com sua candidatura. O ponto marcante foi a defesa da educação e dos professores na Assembleia Legislativa, chegando a ser contrário as medidas do governador Cid Gomes contrário ao PISO SALARIAL aprovado pelo presidente Lula. Bruno disse que não tem apoio de nenhum prefeito do estado do Ceará, inclusive dos prefeitos petistas, a única é a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins.O futuro deputado federal ARTUR BRUNO 1313 também convocou a plateia a eleger DILMA ROUSSEFF presidente do Brasil e uma grande bancada petista no Congresso Nacional.
Fiz diversas entrevistas que em breve publicarei. ARTUR BRUNO, meu respeito e minha admiração. Conte com o Blog da Dilma.

CNT/Sensus registra pesquisa sobre a disputa presidencial

“O Sensus registrou no Tribunal Superior Eleitoral, anteontem (29/07), pesquisa sobre avaliação do governo Lula e sucessão presidencial. A pesquisa foi contratada pela Confederação Nacional dos Transportes. Serão ouvidos 2000 eleitores entre nos dias 30/07 e 02/08.
De acordo com a legislação, os resultados poderão ser divulgados a partir de segunda-feira (2/8). Entretanto, considerando o período da coleta dos dados, o mais provável é que sua publicação aconteça a partir de terça-feira (3/8). (Nota da Arko Advice, empresa de consultoria política).”
(Com Blog do Noblat)

Boca Maldita em Curitiba há 30 anos…

O povo com Dilma nas ruas e praças do país

     6/07.10 mil na Esquina Democrática,Porto Alegre-RS

     08/07. 15 mil na Praça da Sé, em São Paulo (SP)

     8/07. 800 no centro de Bauru-SP

    
     16/07. 20 mil na Candelâria, Rio de Janeiro-RJ

    17/07. 3.000 em Jales, SP

     20/07. 1. 200 pessoas do Centro de Uberlândia, MG

      20/07 – 2 mil no Centro de Montes Claros, MG

    23.07. 1.500 no centro de Garanhuns, PE

     28/08. 2 mil em Natal, RN

     29/07. 10 mil no Gigantinho, Porto Alegre-RS

     31/07 – 12 mil na Boca Maldita, Curitiba-PR

Por que voto na DILMA 13

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A paternidade do Bolsa Família

Escrito por Marcos Coimbra – Carta Capital n˚ 606
Diz a sabedoria popular que filho feio não tem pai. Que ninguém assume a paternidade de algo de que as pessoas não gostam, seja lá por qual motivo for.
Da expressão se deduz o inverso, que todos querem ser pais dos filhos bonitos. Não há quem não pose de responsáveis por eles.
O Bolsa Família é um programa federal de que uma vasta maioria da população gosta. Na verdade, adora.
Ainda no ano passado, longe, portanto, do cenário de disputa eleitoral, o Vox Populi fez várias pesquisas sobre a sua imagem. Os resultados foram parecidos aos de outros institutos, em trabalhos feitos na mesma época.
Em novembro, 67% dos entrevistados no conjunto do País o avaliaram como “ótimo”ou “bom”, 25% disseram que era “regular”e apenas 8% consideram que era “ruim”ou “péssimo”.
Por isso, não foram surpreendentes as respostas sobre o que esperavam (desejavam) que o próximo presidente fizesse: 70% dos entrevistados gostariam que fosse mantido integralmente ou que “continuassem muitas coisas e mudassem algumas”na sua operação. Os que achavam que devia ser mudado em profundidade representavam 8% do total (provavelmente os mesmos que o reprovavam).
Como devem se comportar os candidatos em relação a um programa assim, com uma avaliação tão favorável? O que devem fazer e dizer, incluindo aqueles que discordam dele e que, no íntimo, gostariam de interrompê-lo ( ou de alterá-lo tão drasticamente que ninguém mais o reconheceria)?
O bê a bá dos marqueteiros tem uma recomendação clara em situações semelhantes: chegar perto do programa, mostrar-se seu defensor, garantir que seria mantido e “melhorado’ se vencesse. Mas o ideal seria reivindicar sua paternidade. Convencer as pessoas de que aquilo de que elas gostam é obra sua. Haveria garantia maior de continuidade que a palavra do pai verdadeiro?
O PSDB tem, com o Bolsa Família, uma relação cheia de tensões e ambiguidades. No fundo, seus principais intelectuais sempre tiveram dúvidas sobre iniciativas como esta. Certos ou errados, achavam que era um tipo de programa que precisava existir, em situações bem específicas de extrema pobreza e completa incapacidade, mas que, por isso mesmo, deveria ser limitado e altamente focalizado.
Não é acaso que a administração tucana que é hoje apresentada como matriz do Bolsa Família fosse municipal. Teria sido em 1994, em Campinas, quando José Roberto Magalhães Teixeira era prefeito, que o programa nasceu. Sem discutir se os que mais direito têm de pleitear o título de seus inspiradores são Cristovam Buarque (na época em que era governador petista do Distrito Federal) ou Antonio Palocci (quando prefeito de Ribeirão Preto), o interessante é que não foi um governador ou, muito menos, Fernando Henrique, seu inventor na historiografia do PSDB.
Na verdade, a questão não é de arqueologia. Se foi fulano ou beltrano quem, pela primeira vez, imaginou que algo assim era necessário. Para a opinião pública brasileira, o programa só tem um pai: Lula. Sem ele, seria local, menor, destinado a grupos muito especiais da população. Nunca teria se transformado no que é hoje.
Para Serra, o delicado, ao falar do Bolsa Família e avocar sua paternidade, é lidar com seus eleitores mais genuínos. Não é só o PSDB que tem dificuldades com o programa, mas os segmentos de opinião que mais perto estão dele. O eleitor tucano costuma ter ojeriza a ele, tendendo a vê-lo como o instrumento pelo qual seu desafeto (Lula) chegou onde está. São os que acreditam que os pobres só gostam do presidente por que foram comprados com uns tostõezinhos por mês.
Serra não pode ficar longe do programa, ainda que isso contrarie algumas de suas convicções e incomode seus seguidores fiéis. Mas há coisas contra as quais é impossível lutar. Por mais que tente, o Bolsa Família continuará umbilicalmente ligado a Lula. Enviado pelo nosso correspondente em São Paulo, Júlio Amorim –

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