Arquivo para agosto 13th, 2010 página

LULA E DILMA: JUNTOS PARA UM BRASIL MELHOR

O Brasil que estava parado ao final do mandato daquele presidente intelectual e que foi elevado a condição de sumidade em políticas públicas, vendendo o patrimônio público para pagar contas. Algum tempo depois, conduzido por um presidente operário aos poucos foi desatando os “nós” e implementando reformas tão necessárias. Mas, o Brasil tem crescido tanto e se desenvolvido em tantas áreas que necessita de mais. E, por isso, ousar tem sido a palavra mágica do Partido dos Trabalhadores. Ousar, significa DILMA PRESIDENTE. Significa a esperança de atuação em áreas vitais para o desenvolvimento do país. DILMA tem projetos claros para acelerar o crescimento do Brasil e uma destas, a infra-estrutura com a construção, reforma e ampliação de portos e aeroportos, a construção de silos para armazenagem de grãos, hidrovias, rodovias para que haja condições de escoar os produtos de exportação com preços competitivos no mercado internacional, mas, mais que isso, permitindo que o alimento chegue à mesa de cada brasileiro. O PT é diferente. Entende que com comida, emprego, escola, lazer, enfim, dignidade, grande parte da violência pode ser resolvida. O PT entende que isso é política de segurança pública. Ninguém no PT nega haver estradas com problemas, apesar de todo o esforço do governo Lula. O que é natural, pois, aumentou a produção, a circulação de veículos e conseqüentemente, Dilma Presidente terá de reformar, de construir mais e melhores estradas. O PT e os trabalhadores do Brasil não querem ficar reféns de um governo que não tendo competência para fazer, necessita delegar a terceiros. DILMA sabe que o BRASIL precisa de infra-estrutura. DILMA tem competência para cuidar desse setor tão vital para o desenvolvimento.
Sabe por que Dilma pode fazer tudo isso? Receberá o país em ordem, graças a administração de Lula.
por Hilda Suzana Veiga Settineri

#ONDA VERMELHA É HOJE DIA 13

DILMA EM POA
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Foto:
Dilma estará em Porto Alegre nesta sexta-feira


Dilma participa de ato político em Porto Alegre
A candidata a presidência da República, Dilma Rousseff, estará nesta sexta feira (13) em Porto Alegre, onde participa das seguintes atividades:

10 horas
Encontro com prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de diferentes partidos
Local: Auditório da AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311

14 horas
Ato Político na sede estadual do PDT
Rua: Felix da Cunha, 311

Justiça bloqueia bens de 'fantasmas de Efraim'

“O bloqueio atinge seis funcionários do senador paraibano, todos da mesma família. Eles são acusados de desviar o salário das irmãs Kelriany e Kelly Nascimento

Fábio Góis, Congresso em Foco

A Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu junto à 6ª Vara Federal de Brasília o bloqueio de bens de seis funcionários do gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB). Eles são acusados de ter desviado o salário das irmãs Kelriany e Kelly Nascimento. Estudantes em Brasília, elas dizem ter sido enganadas pela chefia de gabinete em contratação que está sob investigação da Polícia Federal (ação de improbidade administrativa). O pedido de bloqueio foi feito pela AGU em 29 de julho.

Todos os suspeitos de fraude, agora com os bens bloqueados, pertencem à mesma família: Mônica da Conceição Bicalho, Kátia Regina Bicalho, Ricardo Luiz Bicalho, Nélia da Conceição Bicalho, Antônio Sérgio Bicalho e Nadia Maria Bicalho. Alguns deles trabalhavam no gabinete do senador em Brasília, mas foram exonerados.

O deferimento do pedido da AGU, por parte da 6ª Vara, implica indisponibilidade de R$ 88 mil em salários pagos indevidamente entre março de 2009 e maio de 2010. As irmãs Nascimento sequer trabalhavam no Senado, e recebiam a quantia de R$ 100, mensalmente, a título de bolsa de estudos cedida pela Universidade de Brasília. Para a Justiça Federal, “há fortes e consistentes provas da prática de improbidade”.

Nem Kelly nem Kelriany sabiam que constavam da folha de pagamento do Senado na condição de assistente parlamentar, com vencimentos mensais de R$ 3,8 mil. Elas dizem ter sido convencidas a assinar procurações, fazer exames médicos e fornecer documentos pessoais, entre outros procedimentos que propiciariam a concessão da bolsa de estudos.”

Efraim de Morais é o DEM o partido mais corrupto do Brasil aliado do Serra. Seria o Efraim um dos ministro de Serra se por uma imensa desgraça ele fosse eleito?

SERRA FOI PREFEITO E GOVERNADOR DE SP E SONHA SER PRESIDENTE

Só a capital de SP tem uma frota de mais de 6 milhões de veículos. Esse número aumenta a cada dia. Se computar o interior do Estado esse número chega próximo a 18 milhões de veículos. Todos pagam o IPVA, que rende ao estado de SP a quantia de mais de 10 bilhões de reais por ano. Com esses 10 bilhões de reais arrecado pelo estado de SP em IPVA há necessidade de SP ter tantos pedágios sendo os mais caros do país? O que o governo de SP faz com a arrecadação fabulosa do IPVA? Porque pagamos o IPVA se as ruas de SP estão esburacadas, sem conservação, sem sinalização? Será que o Serra o ótimo gestor segundo ele mesmo poderia explicar? Se por uma imensa desgraça for eleito é isso que ele pretende fazer em todo o Brasil?

Outra coisa , a cacolândia na cidade de SP, é conhecida mundialmente, Serra foi prefeito, foi governador, e não resolveu essa triste realidade em SP. A cracolândia está lá para quem quiser ver, de dia de noite, jovens, crianças, fumam, vendem o Crack a luz dia, de noite, sem serem importunados. Se o serra não fez nada quando prefeito e muito menos como governador contra o Crack porque diz agora que vai combater o Crack se por uma imensa desgraça for eleito presidente?

Serra fala que vai cuidar da segurança se por uma imensa desgraça for eleito presidente, mas o que fez Serra pela segurança de SP quando foi prefeito, e governador, se a violência em SP só faz aumentar a cada dia na capital e no estado, assaltos, roubos, latrocínio, assassinatos, chacinas, estrupos,roubos de cargas, assaltos em shopping, arrastões em prédios ? “Violência aumenta no Estado de São Paulo” foi notícia em todos os jornais

O que fez Serra como prefeito, como governador para diminuir as tragédias das enchentes em SP, dos alagamentos nas marginais, nas ruas, nos tuneis, nas residências? Neste ano de 2010 tivemos uma das piores enchentes em SP, com muitos desmoronamento de casas, mortes, carros arrastados pelas enchentes, pessoas desaparecidas carregadas pelas enchentes encontradas mortas.

O que Serra fez para conter a epidemia de dengue em SP? “SP teve recorde de casos de dengue em 2010,” foi noticia em todos os jornais.

SERRA ASSUMI: PAULO RENATO É CORRUPTO

SERRA DIZ QUE DEPUTADO QUER CARGO
PARA CORRUPÇÃO
Extraído de: Bahia Econômica –
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou ontem, em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, que deputados que querem cargos no governo têm o objetivo de promover a corrupção.
“Para mim não tem grupinho de deputado indicando diretor financeiro de uma empresa, ou diretor de compras de outra. Pra quê um deputado quer isso? Evidente que não é para ajudar em melhor desempenho. É para corrupção”, disse.

Paulo Renato- Em 2006 foi eleito deputado federal pelo PSDB paulista. No dia 27 de março de 2009 licenciou-se do mandato de deputado federal para assumir a secretaria de Educação do estado de São Paulo no governo José Serra (PSDB), substituindo Maria Helena Guimarães de Castro.

Serra fez essa declaração, que deputados que estão em cargos no governo são corruptos. Então Paulo Renato secretário da Educação de SP é corrupto? Serra fala contra o que ele faz anos como prefeito e governador, aparelhar suas administrações com deputados do PSDB e aliados de sua base, o DEM

Vídeo: o dia em que a Globo desnudou Serra e a oposição

IMPERDÍVEL![youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_COH1ca2RRg?fs=1&hl=pt_BR]

TSE divulga tempo dos presidenciáveis

Mas no Blog da Dilma começou faz muito tempo



Tempo de Propaganda


Dilma Rousseff (PT) 10min38seg55

José Serra (PSDB) 7min18seg24

Marina Silva (PV) 1min23seg22

Plínio Sampaio (PSOL) 1min1seg94

Eymael (PSDC) 55seg56

Ivan Pinheiro (PCB) 55seg56

Levy Fidelix (PRTB) 55seg56

Rui C. Pimenta (PCO) 55seg56

Zé Maria (PSTU) 55seg56

Reta final para o encontro de blogueiros

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=sJFWjF6K700?fs=1&hl=pt_BR]
Encontro Nacional de Blogueiros: ajude a espalhar essa ideia!

Serra no JN: 12 mentiras em 12 minutos

Reproduzo excelente artigo de Cláudio Gonzalez, publicado no sítio Vermelho:
Tratado como se estivesse entre amigos – e estava -, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra (PSDB), participou nesta quarta-feira (11) da rodada de entrevistas com os presidenciáveis do Jornal Nacional, da Rede Globo. Sem ser confrontado pelos entrevistadores, Serra conseguiu se mostrar elegante na forma, mas no conteúdo sua participação foi marcada por um discurso repleto de mentiras e meias-verdades.
Apesar da colher de chá que os entrevistadores deram ao candidato para expor suas idéias sem muitos questionamentos, Serra derrapou no final, quando tentou deixar sua mensagem alinhada com a nova estratégia de campanha – a de se distanciar da elite e se mostrar como o candidato dos pobres. Ele enrolou na resposta e acabou sendo cortado.
No início da entrevista, ao ser questionado sobre o fato de estar poupando o presidente Lula de críticas na campanha, Serra desconversou, disse que Lula não é candidato, portanto não é seu adversário, e tentou desqualificar a candidata do PT. Sem citar o nome de Dilma, disse que não se pode ‘governar na garupa’, insinuando que a ex-ministra, caso seja eleita, faria um governo monitorado pelo atual presidente. A declaração de Serra pode ter gerado a manchete que a mídia queria, mas é uma afirmação potencialmente arriscada para o tucano. Com a popularidade do governo nas alturas, uma parte considerável do eleitorado que aprova o presidente Lula pode estar buscando justamente uma candidatura que “ande na garupa” de Luiz Inácio. E esta candidata é Dilma, não Serra.
Na única pergunta que parecia mais constrangedora para Serra, Willian Bonner questionou o tucano sobre a aliança com o PTB, numa clara manobra para voltar a falar do “mensalão do PT”. Não precisa ser jornalista nem analista político para saber que houve, nesta pergunta, uma clara intenção de poupar o candidato tucano do desconforto de ter que justificar sua aliança com o DEM, que protagonizou um “mensalão” muito mais recente e constrangedor, que foi o escândalo envolvendo o governador José Roberto Arruda, do Distrito Federal.
Também não se questionou o tucano sobre o “mensalão” mineiro protagonizado por ninguém menos que o ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo. Privatizações, relação com movimentos sociais, atritos com aliados… foram outros temas espertamente descartados da sabatina.

Tucano assume que não trabalhou direito
Ao falar sobre os caros pedágios cobrados em São Paulo, Serra entrou em contradição. Disse que se “trabalhar direito” dá para fazer estradas boas sem cobrar tarifas elevadas de pedágio. Neste momento, um entrevistador atento e isento teria perguntado: então por que seu governo não fez isso em São Paulo? O senhor “não trabalhou direito”?
Mas a conversa do casal global com o candidato tucano não previa confrontações. Estava tudo dentro do script traçado pela família Marinho para alavancar a candidatura “da casa” e não cabia ali desautorizar o “mais preparado dos homens públicos”.
Palocci: o inocente útil do Serra
Durante a entrevista, mais uma vez, tal como fez no debate da Bandeirantes, José Serra citou o nome do ex-ministro Antonio Palocci, repetindo que o petista “não cansava de elogiar o governo Fernando Henrique” quando foi ministro da Fazenda no primeiro mandato do presidente Lula. A afirmação recorrente de Serra tem dois objetivos: constranger a candidata do PT, Dilma Rousseff –já que Palocci é um dos coordenadores de sua campanha– e minimizar as críticas ao governo Fernando Henrique.
Pior do que ouvir tal afirmação vinda de Serra é saber que Antonio Palocci não se digna a responder ao tucano. A carapuça lhe serve, portanto não questiona o uso político que Serra faz de seu nome em prejuízo da candidata da qual é coordenador de campanha. Tivesse um pouco mais de dignidade, Palocci no mínimo utilizaria seu espaço cativo nas colunas de bastidores dos jornais para desautorizar o tucano. Mas como não responde, acaba fazendo o papel de “inocente” útil num tema que é crucial para a campanha petista: a comparação entre os governos FHC e Lula.
Sandálias da humildade
Serra tentou, ao final da entrevista, emplacar sua nova estratégia de campanha. Mudar a imagem de candidato da elite e calçar as “sandálias da humildade” para se mostrar como o homem de origem pobre que venceu na vida estudando e ajudando o povo. Serra queria dizer que ia governar para os pobres e não apenas para os ricos. Mas não deu tempo. Por mais cordial que Bonner tenha sido com Serra, não dava para deixar o entrevistado surrupiar minutos a mais que o tempo previsto para a entrevista.
Mentiras e meias-verdades
A íntegra da entrevista de Serra, assim como a de Dilma e Marina, estão facilmente disponíveis na internet. Não é preciso detalhar o que o entrevistado disse ou como disse. Mas é imprescindível apontar as contradições e inverdades contidas em suas declarações. Até por que, são declarações recorrentes, argumentos que o tucano tem utilizado com frequência e, que se não forem devidamente combatidos e esclarecidos, podem atravessar toda a campanha eleitoral travestidos de verdade.
Numa rápida análise da entrevista de 12 minutos ao Jornal Nacional, podemos detectar pelo menos 12 questões levantadas por Serra que não correspondem à realidade. Especialistas em cada assunto poderão encontrar várias outras. Abaixo, um resumo das “mentiras por minuto” que Serra contou aos telespectadores do telejornal de maior audiência da televisão brasileira.
1. Fiz os genéricos.
Parece uma constante na biografia de José Serra a sua pretensão de autoria sobre programas que ele não criou, apenas regulamentou. A história da legislação dos genéricos no Brasil inicia-se pelo então deputado federal Eduardo Jorge, em 1991, quando apresentou o Projeto de Lei 2.022, que planejava remover marcas comerciais dos medicamentos. Em 1993, foi publicado pelo então presidente Itamar Franco, que tinha como ministro da Saúde Jamil Haddad, o Decreto nº 793, que instituiu a política de medicamentos genéricos. Portanto, quando Serra assumiu o Ministério da Saúde, no governo FHC, o programa de medicamentos genéricos já era uma realidade. Serra e FHC apenas revogaram o decreto anterior na íntegra e fizeram uma lei (9.787/99) e um novo decreto (3.181/1999) com muitas concessões ao lobby da indústria farmacêutica.
2. Fiz a campanha da Aids.
O mesmo embuste dos genéricos, Serra aplica em relação ao programa de combate à Aids. Na verdade, o tucano, por uma estratégia de marketing, assume como se fosse dele um programa que é anterior à sua gestão no Ministério. Saiba mais aqui
3. A saúde, nos últimos anos, não andou bem.
Serra tenta generalizar para não reconhecer que a situação hoje é melhor que no governo passado. A saúde continua com problemas, é óbvio, sobretudo no atendimento de urgência e emergência de hospitais do país. Mas nos últimos anos, houve melhoras significativas em quase todas as demais áreas da saúde. No governo Lula diminuiu sensivelmente a mortalidade materna e a mortalidade infantil. O Brasil está entre os 16 países em condições de atingir a quarta meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milêni
o nestas questões. O governo Lula instalou e ampliou programas importantíssimos que não existiam ou estavam subutilizados na gestão de Serra ministro, como o Farmácia Popular, Brasil Sorridente, Saúde da Família — o financiamento do programa foi triplicado entre 2002 e 2008, passando de R$1,3 bilhão para R$ 4,4 bilhões–, Samu 192 –ao qual SP se nega a aderir até hoje—, PAC da Saúde, UPA 24h, Olhar Brasil, Doação de Órgãos, Bancos de Leite Humano, QualiSUS (fortalecimento do SUS, que os tucanos boicotam), mais investimentos na Política de Saúde Mental, etc. Todo este avanço ocorreu mesmo com o fato da oposição, incluindo o DEM e o PSDB, ter votado pelo fim da CPMF, que destinava recursos para a saúde. Também é preciso frisar que nem todas as ações dependem da União. Governos estaduais e municípios têm ampla participação na gestão da saúde. Serra também não conseguiu resolver os problemas na saúde pública de São Paulo quando foi prefeito, nem quando foi governador.
4. Muita prevenção que se fazia acabou ficando para trás.
Mentira pura de Serra. O governo federal manteve e ampliou todas as campanhas de vacinação existentes e ainda incluiu novas vacinas no calendário oficial. Desde 2004, o Ministério da Saúde adota três calendários obrigatórios de vacinação: o da criança, o do adolescente e o do adulto e idoso. O programa de prevenção às endemias funciona bem, ao contrário do que acontecia no governo Fernando Henrique. Quando Serra ainda era ministro da Saúde, o Brasil sofreu com uma terrível epidemia de dengue, ao ponto do tucano ter sido apelidado de “ministro da dengue”.
5. O Roberto Jefferson conhece muito bem o meu programa de governo.
Nem Roberto Jefferson nem nenhum outro aliado do tucano conhece o “programa de governo” de Serra porque ele simplesmente não existe. Quando foi entregar o seu “programa” no TRE, a campanha tucana protocolou a transcrição de dois discursos de Serra, e disse que aquilo era o programa de governo da candidatura. Além disso, Roberto Jefferson aliou-se a Serra não por que comunga com o tucano ideias programáticas. Pelo contrário: Jefferson criticou duramente Serra quando o tucano deu declarações contra o “mercado”. O apoio do PTB a Serra tem um único objetivo: facilitar a eleição de deputados da legenda nas coligações regionais.
6. Eu não faço loteamentos de cargos.
Serra vem repetindo esta lorota em várias ocasiões. Mas o fato é que quase todas as instituições, estatais e órgãos públicos do governo de São Paulo são chefiados por correligionários ou pessoas indicadas pelos líderes de partidos que governam o estado. As sub-prefeituras da cidade de S. Paulo, tanto na gestão Serra quanto na gestão Kassab, foram e são comandadas por apadrinhados políticos. Aliados de Serra, como o presidente do PPS, Roberto Freire, mesmo não tendo nenhum vínculo com SP, foram nomeados para conselhos de estatais paulistas. O neo-aliado Orestes Quércia (PMDB) já fez diversas indicações para cargos de confiança em SP na atual gestão demo-tucana. Prefeitos de partidos que lhe fazem oposição dizem que Serra governa com mapa político nas mãos e com ele no governo os adversários passam a pão e água. Verbas, convênios e obras só para seus aliados. Ao insistir nesta afirmação de que “não faz loteamento”, o tucano menospreza a inteligência do eleitor e provoca riso –e talvez alguma preocupação– entre seus aliados, que sabem que alianças são feitas apenas se as forças políticas participantes puderem compartilhar a administração pública do mandatário que ajudaram a eleger.
7. Eu não sou centralizador.
Quem desmente o candidato são seus próprios correligionários. As seções de bastidores de política dos principais jornais do país trazem toda semana a reclamação de algum aliado de Serra que protesta contra o modo centralizador como o candidato conduz a campanha. Chegaram a dizer que enquanto a campanha de Dilma é conduzida por um G7, a de Serra é conduzida por um G1, grupo formado por ele mesmo.
8. O Índio da Costa estava entre os nomes que a gente cogitava.
Não há nenhum analista político no país que tenha coragem de confirmar esta afirmação de Serra. Simplesmente porque ela é uma mentira deslavada. O nome de Índio da Costa só surgiu aos 45 minutos do segundo tempo, depois que uma dezena de outros nomes já tinham sido descartados e uma crise grave estava instalada na campanha. O próprio Serra disse que não conhecia direito o vice escolhido pelo DEM.
9. Meu vice é jovem, ficha limpa, preparado.
Em primeiro lugar, aos 40 anos a pessoa já não é tão jovem assim. Tanto que o deputado do DEM nunca se interessou por projetos ligados à juventude. Mas quanto a isso, sem problemas. O problema é dizer que Índio da Costa é “ficha limpa”. A verdade é que a “ficha” do apadrinhado de Cesar Maia tem algumas manchas bem encardidas. Ele foi um dos alvos da CPI na Câmara dos Vereadores do Rio que investigou superfaturamento e má-qualidade nos alimentos comprados para a merenda escolar, quando ainda era vereador. Além disso, o deputado demista foi sim um dos que relataram o Projeto Ficha Limpa no início, mas o relatório fundamental foi do deputado do PT-SP José Eduardo Cardozo. Quando os tucanos tentam colocar na conta de Índio da Costa a aprovação do projeto Ficha Limpa apelam para o mesmo engodo que Serra aplica quando se diz o criador da Lei dos Genéricos. E, por fim, sobre o adjetivo “preparado”, basta lembrar as trapalhadas e constrangimentos que Índio da Costa causou à campanha tucana logo no início para saber que é um elogio descabido.
10. Nunca o Brasil teve estradas tão ruins.
Mais uma vez Serra generaliza para tentar esconder as melhorias ocorridas nos últimos anos. Esta frase de Serra poderia caber durante o governo Fernando Henrique que investiu quase nada em estradas. O governo Lula não só aumentou os investimentos, como promoveu a concessão de algumas rodovias federais que agora recebem melhorias sem que para isso os usuários tenham que pagar elevadas tarifas de pedágio. O canal de notícias T1 (http://www.agenciat1.com.br ) especializado em transportes, desmente o discurso tucano e fornece enorme quantidade de dados e informações que mostram que as rodovias federais melhoraram e não pioraram nos últimos anos.
11. A Fernão Dias está fechada.
Serra deveria avisar isso aos milhares de motoristas que trafegavam pela Fernão Dias no exato instante em que o tucano dizia tal mentira. Serra fez a firmação como se a rodovia estivesse totalmente indisponível para o tráfego. O fato é que apenas um pequeno trecho, na região de Mairiporã, da rodovia que liga São Paulo a Minas Gerais está em obras.
12. A Regis Bittencourt continua sendo a rodovia da morte.
A Rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba, foi incluída, em 2008, no plano federal de concessões. Desde então, foram feitas diversas melhorias na via. Os 402 quilômetros da rodovia receberam melhorias no asfalto, nova sinalização, muretas de proteção e serviço de atendimento ao motorista. É fato que os R$ 302 milhões investidos até agora não foram suficientes para acabar com a má fama da Régis, mas foi o governo Lula o primeiro a tomar a iniciativa de melhorar a estrada. No governo FHC, nada foi feito e, apesar da maior parte da rodovia estar em território paulista, os sucessivos governos tucanos em SP nunca propuseram parcerias com o governo federal e/ou municípios para ajudar na conserv
ação da BR.

Serra ainda pretendia contar uma 13a. lorota: a de que vai governar para os pobres e não para os ricos, mas não deu tempo.

Plínio de Arruda Sampaio é entrevistado no Jornal Nacional

Ministros do TSE derruba a veticalização da propaganda

“Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubaram nesta quinta-feira (12) decisão anterior que previa a verticalização da propaganda eleitoral. Com a decisão, por maioria dos votos – quatro a três – candidatos à presidência da República de partidos coligados nacionalmente podem aparecer no horário gratuito das legendas nos estados. O julgamento, em sessão administrativa, ocorreu após pedido de vista na terça-feira (10), que paralisou a votação.
Com a decisão dos ministros, a candidata do PT, Dilma Rousseff, pode aparecer, por exemplo, tanto na propaganda eleitoral do seu colega de partido, Jacques Wagner, quanto na do adversário regional de Wagner, Geddel Vieira (PMDB). Como PT e PMDB formam a chapa majoritária na disputa ao Palácio do Planalto, o TSE liberou a aparição da candidata. Outro exemplo é o Piauí. José Serra (PSDB) pode aparecer no programa do tucano Sílvio Mendes e do petebista João Vicente Claudinho. O PTB é um dos partidos que dá suporte a Serra na corrida presidencial…(Congresso em Foco)

Dilma: por que o Serra não sobe na garupa do FHC ?

Saiu na Folha: Serra não pode estar na garupa de FHC porque é até covardia, afirma Dilma
LUIZA BANDEIRA – ENVIADA ESPECIAL A FLORIANÓPOLIS
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, rebateu nesta quinta-feira (12) as críticas de seu adversário José Serra (PSDB) de que um presidente não pode governar “na garupa”.
Serra fez as declarações em entrevista dada ontem ao “Jornal Nacional”, fazendo alusão à dependência de Dilma em relação ao presidente Lula. “O próximo presidente vai ter de governar e não pode ir na garupa”, disse Serra, na Rede Globo.
Em resposta, Dilma afirmou que Serra tem “medo” de comparar os desempenhos de Fernando Henrique Cardoso e Lula.
“O meu adversário tem um medo enorme da comparação entre o governo dele, que é o do FHC, e do meu, que é do presidente Lula. Ele não pode estar na garupa do presidente FHC, porque aí é até uma covardia.”
Dilma afirmou ainda que “tem orgulho” do presidente Lula e o considera um presidente “muito forte, que mudou o Brasil”. ().

Videoblog: a entrevista de Serra no Jornal Nacional

Brizola Neto: Bem, estou tentando vencer a timidez e inaugurar uma nova forma – uma vez ou outra, só – de me comunicar, além dos posts escritos. Sempre que der, vou tentar gravar um comentário sobre um fato do dia. Este aí em cima, gravado hoje numa paradinha durante a panfletagem que fiz no mercadão de Madureira. não podia deixar passar o triste espetáculo de ontem no Jornal Nacional, com a entrevista “me perdoe” de José Serra.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=frc7Dsm3UDE?fs=1&hl=pt_BR]

Garupa é para quem pode, Serra

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=DH_ddOR2geI?fs=1&hl=pt_BR]
: Dilma tem se mostrado muito ágil nas respostas sempre que provocada e usado os argumentos certos para rebater seus adversários. Como fez com O Globo, que tentou questionar as obras na Rocinha, desferiu um golpe definitivo em Serra, que a criticou indiretamente no Jornal Nacional ao afirmar que “não há presidente que possa governar na garupa”, sugerindo que Lula iria monitorá-la.
“O meu adversário tem um medo enorme da comparação entre o governo dele, que é o do FHC, e o meu, que é o do presidente Lula. Ele não pode estar na garupa do presidente FHC, porque aí é até uma covardia”, provocou Dilma hoje, em entrevista coletiva na Federação das Indústrias de Santa Catarina, segundo a .
Dilma disse ainda que “tem orgulho” do presidente Lula e o considera um presidente “muito forte, que mudou o Brasil”. Se com a primeira declaração, Dilma imobilizou Serra, com o complemento o nocauteou por completo.
Alguém já imaginou o Serra levando o Fernando Henrique para sua campanha e dizendo que vai dar continuidade ao governo do ex-presidente tucano, do qual participou com entusiasmo e se orgulha imensamente? Seria obrigado a afirmar que completaria o serviço, vendendo os Correios (que, aliás, tem insinuado), a Petrobras, Eletrobras e o que mais pudesse para liquidar o patrimônio público que restou do período de liquidação tucana.
Serra não tem coragem de dizer isso. Não dá um pio contra Lula. Não tem dignidade sequer de se apresentar como oposição. Procura se esconder num meio termo que não agrada gregos nem troianos. Foi por isso que empacou e agora começa a cair nas pesquisas. Serra é um nada politicamente. Renegou seu passado e virou uma coisa amorfa, insípida, insossa e inodora. Será varrido da vida pública com a derrota mais acachapante já sofrida por um tucano que se candidatou à Presidência. Um destino merecido para quem evita dizer quem é e age com uma dissimulação e um oportunismo de fazer corar até um Paulo Maluf.

Agenda Pimentel 135 para sexta, 13/8

O candidato a senador pela coligação “Por Um Ceará Melhor Pra Todos”, Pimentel 135, participa nesta sexta, 13, de atividades na capital e no interior do Estadual.
09h00 – Caminhada no município de Uruoca, ao lado de Cid 40 e Eunício 151.
10h30 – Caminhada no município de Alcântaras, ao lado de Cid 40 e Eunício 151.
17h30 – Mini Comício no município de Alto Santo, ao lado de Cid 40 e Eunício 151.
18h00 – Pimentel 135 participa de plenária com militantes petistas no Circuladô – Avenida da Universidade com Domingos Olímpio, no Benfica.
Comunicação Pimentel 135 – Tel: 085 3231.13.31 – 085.9984.2175

TÔ COM DILMA – Cartaxo critica Tasso

TÔ COM DILMA – é hora de votar no PT

BYE, BYE, SERRA 2010

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GLOBO FAZ PLÍNIO ENGOLIR PROTESTO CONTRA O TEMPO DESPROPORCIONAL DESTINADO A ELE

Do

O candidato do Psol à presidência da República, Plínio de Arruda Sampaio, aproveitou nesta quinta-feira (12) a gravação de uma entrevista ao Jornal Nacional para protestar contra o tempo reduzido que a Rede Globo lhe oferecera (três minutos, contra doze para os demais candidatos), e teve a gravação interrompida.
Após ouvir a primeira pergunta, Plínio pediu para fazer um breve pronunciamento, de acordo com seu próprio relato. “Fiz uma brincadeira dizendo que a Globo estava inaugurando duas classes de entrevista, a executiva para os candidatos chapa branca, e a econômica para mim. Disse ainda que sempre fui um homem de classe econômica e que nunca me incomodei com isso, mas que achava estranho”.
Após essa declaração de Plínio, a gravação foi interrompida. A direção do jornal entendeu que se o candidato mantivesse sua fala, os jornalistas teriam que responder defendendo a empresa durante o tempo válido da entrevista.
“Houve um burburinho geral, daí se chegou ao acordo de que eu refizesse a fala”, explicou o candidato. “Percebi que me prejudicaria, pois a entrevista viraria um bate-boca, então preferi a solução proposta e regravei minha resposta, apenas reclamando do pouco tempo que me deram”, disse Plínio.
Na entrevista, o candidato falará sobre ocupação de terras e pagamento da dívida pública. “O que ninguém me pergunta é sobre o calote social que é cometido contra a população mais pobre”, diz ele. A reportagem do Terra tentou falar com a direção do Jornal Nacional e foi informada de que ainda não havia uma posição oficial sobre o caso por parte da emissora.
Do (Eleições 2010)
___________________
Comentário da editoria-geral do Terra Brasilis:
Plínio de Arruda Sampaio é um senhor a quem se deve todo o respeito por sua trajetória política, por seu envolvimento com os movimentos sociais e por sua decência. Agora, se ele realmente disse que foi uma brincadeira o que fez com a Globo e sentiu que “[se] prejudicaria, pois a entrevista viraria um bate-boca”, ele prestou um desserviço ao direito democrático de pleitear o mesmo tempo destinado a Dilma, Marina e Serra. Ele deveria não aceitar a “sugestão” dos Globais e bater o pé em relação à queixa exposta (justa, diga-se de passagem). O que restou desse episódio (se de fato ocorreu) foi o fortalecimento da prepotência da emissora, uma vez que ela ditou o tempo e fez com que o candidato do Psol engolisse o seu discurso. Lamentável. Pergunto: onde está o candidato que, no debate da BAND, usou de uma viperina ironia para mostrar sua alternativa de poder?

Alberto Carlos de Almeida:Serra é o genérico, Dilma é de marca

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_COH1ca2RRg?fs=1&hl=pt_BR]

DIRETO DE CUIABÁ, MATO GROSSO!

SENADOR CARLOS ABICALIL-132-PT
GUERRILHEIROS VIRTU@IS entrevistam nosso candidato ao Senado, o Deputado Federal Carlos Abicalil
1 Como será sua atuação no Senado da República em relação a temas como os direitos das domésticas e a equiparação aos direitos dos demais trabalhadores
O meu mandato nunca se furtou do apoio às lutas dos trabalhadores. Nesse caso específico dos empregados e empregadas domésticas, apoiei desde o início a Campanha 5 milhões de Domésticas Legais em 2010, do Instituto Doméstica Legal. Os Projetos de Lei apontados pela campanha que foram aprovados no Senado e agora tramitando na Câmara dos Deputados, encontram apoio no meu mandato. Espero, com a decisão do Parlamento, a formalização de mais 3,2 milhões de empregados domésticos ainda este ano.
Como deputado, atuei em defesa dos direitos trabalhistas de várias formas. Trabalhei para reduzir a jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais dos profissionais da Enfermagem, pleito contido no PL 2295/00, inclusive defendendo matérias como a que estabelece o Piso Salarial Nacional Profissional. Votamos favorável a PEC 300, que cria um fundo nacional de Segurança Pública, com apóio a carreira e a valorização salarial de bombeiros e policiais militares. Participei da criação e implantação da Frente Parlamentar em Defesa do Piso Salarial Nacional para o Professor Brasileiro, que resultou na lei nº 11.738, a lei do piso, sancionada pelo presidente Lula em 16 de julho de 2008. Apoiei todos os aumentos do salário mínimo, a licença maternidade de 6 meses, o pagamento dos atrasados e o reajuste dos aposentados e pensionistas acima da inflação, como ocorreu agora com 7,72 retroativos a janeiro.

2 quais serão as suas primeiras proposições no Senado?
O Senado representa a federação. Lá temos igualdade de representação com qualquer outro Estado ou o Distrito Federal, independente de sua densidade demográfica ou peso econômico. Em primeiro lugar, minha bandeira é destacar Mato Grosso com o relevante papel estratégico que ele tem, seja na integração regional brasileira, seja integração latino-americana. O segundo grande dispositivo de que queremos tratar é das políticas de desenvolvimento social, uma vez que Mato Grosso hoje recebe ainda um fluxo migratório intenso. Parte dessa população que vem, vem ainda na condição de ser formada e qualificada para o trabalho. Nós temos hoje um crescimento vegetativo, crianças que nascem em Mato Grosso, superior ao crescimento vegetativo nacional, com oportunidades que precisam ser garantidas com o acesso ao serviço público de qualidade, notadamente de saúde e educação nessa fase. Mas também enfrentando um tema fundamental para nós, que é a segurança pública. Garantia das nossas fronteiras, da soberania nacional. Nesses desafios inclui-se um tema que é fundamental: Mato Grosso é um estado de ocupação recente e precisa resolver problemas de regularização fundiária, de reforma agrária e de regularização ambiental.
Acho que essa superação fará com que nós, nesses temas legislativos, possamos trazer recursos que apoiariam os programas de desenvolvimento sustentados pela nossa plataforma de governo, representada por Silval Barbosa e que apóiem os investimentos nos municípios que precisam forte reforço de investimentos federais em todas as áreas, da habitação ao lazer, do asfalto à creche, da saúde à agricultura familiar.

3 Em relação a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais qual sua posição?
Sou favorável. Apoiei e participei de diversas manifestações em defesa da redução da jornada de trabalho sem redução de salário, promovidas pelas principais Centrais Sindicais do Brasil. Fui, inclusive, o primeiro parlamentar a assinar a carta de compromisso da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Mato Grosso, referente à proposta da PEC 393/01.

4 O Estado brasileiro dispõe de terras devolutas ocupadas por fazendeiros irregularmente, enquanto se busca terra para assentar trabalhadores. Não seria mais coerente retirar os grandes fazendeiros das terras devolutas assentar ali, os sem terras?
Terra não é o que falta, vontade de trabalhar também não. Política agrária não pode combinar com abandono, miséria, violência. É dever do Poder Público garantir o uso social e produtivo da terra que é de todos e todas. Assegurar a desapropriação justa, a titulação, o apoio técnico e financeiro, os serviços públicos universais e o incentivo à organização de iniciativas de produção que valorizam o trabalho coletivo e assegurem a melhor renda na produção. Isso é reforma agrária.
Tive a oportunidade de relatar a Medida Provisória 455/09, sancionada em 2009 como Lei 11947/09, que, entre outras inovações, inclui os alunos do ensino médio e da educação infantil no programa de transporte escolar e os do ensino médio no programa federal de merenda.
Uma das alterações feitas pelo meu relatório foi a institucionalização do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que funcionava apenas com base numa portaria do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Essa mudança está entre os significativos avanços trazidos pela lei, como a expansão para 4,5 milhões de jovens e adolescentes atendidos por prefeituras e estados. Reforça os programas de segurança alimentar e a agricultura familiar, ao obrigar que 30% da merenda escolar sejam comprados de produtores familiares. Só com o programa da merenda, serão transferidos R$ 700 milhões a municípios e estados. No total, os três programas – de alimentação, transporte e educação na Reforma Agrária – representam R$ 3,27 bilhões em repasses.

5 Se eleito, durante o mandato baseado nas suas bandeiras, qual é a frase que quer ser definido como Senador?
Essa eu deixo para o povo mato-grossense responder após avaliarem meu mandato como senador. Sei de uma frase que serve para o atual momento, que é de conclusão do mandato de deputado federal; “Se muito vale o já feito, Mais vale o que será”. Espero sabedoria, serenidade e senso de justiça na hora da decisão.



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