Arquivo para agosto 17th, 2010 página

Um tucano bom de bico: Os R$ 4 milhões que sumiram do caixa-2 da campanha de José Serra

Quem é e como agia o engenheiro Paulo Vieira de Souza, acusado por líderes do PSDB de ter arrecadado dinheiro de empresários em nome do PSDB e não entregá-lo para o caixa da campanha. Quem é e como agia o engenheiro Paulo Vieira de Souza, acusado por líderes do PSDB de ter arrecadado dinheiro de empresários em nome do partido e não entregá-lo para o caixa da campanha.
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DILMA DE NORTE A SUL DO PAÍS.Dilma passa Serra em Minas; tucano só lidera no Sul

Petista cresce também nos outros 6 Estados pesquisados; no Rio, vantagem de ex-ministra sobe 10 pontos

UIRÁ MACHADO – DE SÃO PAULO
Dilma Rousseff (PT) cresceu em todos o Estados pesquisados pelo Datafolha, passou José Serra (PSDB) em Minas Gerais e agora lidera nas regiões Nordeste e Sudeste. O tucano mantém a dianteira no Sul do país. No levantamento anterior, feito de 20 a 23 de julho, o Sudeste estava dividido entre Dilma e Serra, com um Estado para cada um e Minas Gerais rachado entre os dois.
Agora, Dilma não só aumentou em dez pontos sua vantagem no Rio de Janeiro mas também é a mais votada entre os mineiros. Dilma tem 41% das intenções de voto em Minas, contra 34% de Serra (estava 35% a 38%, respectivamente). O Estado é o segundo maior colégio eleitoral do país.
No Rio, terceiro colégio, onde Dilma tem 41% de intenção de voto, Serra aparece com 25% e já vê Marina Silva (PV) se aproximar, com 15%. Em São Paulo, que concentra 30 milhões de eleitores (22% do eleitorado), Serra mantém a ponta, mas viu sua vantagem cair sete pontos. O melhor desempenho de Dilma continua sendo em Pernambuco, onde ela também apresenta seu maior crescimento. A vantagem da petista sobre Serra entre os pernambucanos, que era de 15 pontos, agora é de 33. O Estado tem 6,3% do eleitorado. O segundo maior crescimento de Dilma se deu na Bahia, quarto maior colégio eleitoral. A petista acrescentou 11 pontos à sua vantagem sobre Serra e agora tem 48% de intenção de voto entre os baianos, e o tucano, 26%.
Na região Sul do país, porto seguro de Serra, Dilma também cresceu, mas o tucano mantém a preferência entre gaúchos e paranaenses. No Rio Grande do Sul, com 8,1 milhões de eleitores, Serra tem 43% de intenção de voto, e Dilma, 35%. A vantagem tucana, que era de 12 pontos, caiu para 8. No Paraná, onde Serra tinha a maior vantagem no levantamento anterior (15 pontos), a distância também encurtou. Agora o tucano está sete pontos à frente de Dilma.

Datafolha mostra Jaques Wagner seria eleito 1º turno

Folha.com – O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), mantém a vantagem na disputa pelo governo do Estado e, se as eleições fossem hoje, seria eleito no primeiro turno. Segundo pesquisa Datafolha feita de 9 a 12 de agosto, o petista tem 45% das intenções de voto, mais do que a soma de seus adversários. Em segundo lugar aparece Paulo Souto (DEM), com 23%, e Geddel Vieira Lima (PMDB) vem em terceiro, com 10%. Bassuma (PV) tem 1%, e os demais candidatos não atingiram 1% cada.
Na pesquisa anterior, Wagner tinha 44%, Paulo Souto, 23%, e Geddel, 13%. Brancos e nulos somam 5%, e 14% dos entrevistados estão indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Secom convida estrangeiros para conhecer Censo e processo eleitoral

Para mostrar ao mundo que o Brasil é um País moderno, com instituições democráticas funcionando plenamente e, em muitos casos, de forma mais inovadora e eficiente do que em países desenvolvidos, a área internacional da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-PR) tem convidado jornalistas, intelectuais e formadores de opinião estrangeiros para conhecerem de perto essa realidade em viagens programadas por todo o território brasileiro.
O projeto, feito em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), foi iniciado há duas semanas, e o primeiro tema abordado foi o meio ambiente. O grupo de formadores de opinião estrangeiros escolhido por assessores da Secom foi levado à Amazônia para conhecer projetos de manejo florestal, conversaram com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e visitaram o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na próxima semana outro grupo virá ao Brasil para conhecer o Censo 2010 realizado pelo IBGE e toda a tecnologia empregada. Estão programadas ainda roteiros focando as atividades parlamentares brasileiras (para este foram convidados assessores do Congresso americano) e o setor de energia.
No início de outubro, será feito um ‘tour’ pelo Brasil para apresentar aos visitantes o funcionamento do processo eleitoral do País – da organização das eleições à distribuição das seções eleitorais e o funcionamento do voto eletrônico. A agenda dessa visita prevê conversas com porta-voz da Justiça Eleitoral e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, que explicarão os procedimentos das eleições no Brasil, e encontro com cientista político para uma conversa sobre a democracia brasileira. Também estão previstas reuniões com coordenadores dos três principais candidatos à Presidência, além de acompanhamento do último debate entre eles a ser transmitido pela Rede Globo antes do primeiro turno, bem como da apuração e os resultados também do primeiro turno das eleições presidenciais deste ano.
Nota publicada nesta quinta-feira (12/8) na coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, deu margens a interpretações equivocadas sobre o projeto, como o texto produzido pelo colunista Josias de Souza em seu blog, também da Folha. O jornalista já recebeu os devidos esclarecimentos da Secretaria de Comunicação da Presidência da República sobre os objetivos do projeto. Fonte: Blog do Planalto

GOVERNO LULA: Lucro da Petrobras sobe 11% e atinge R$ 16 bi no semestre

CIRILO JUNIOR – DO RIO – A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 16,021 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 11% frente ao que fora observado entre janeiro e junho de 2009 (R$ 14,451 bi). No segundo trimestre, a estatal lucrou R$ 8,295 bilhões, incremento de 7% em relação ao primeiro trimestre de 2010 (R$ 7,726 bi).
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A receita líquida atingiu R$ 53,6 bilhões no segundo trimestre, um acréscimo de 6% na comparação com o resultado do primeiro trimestre de 2010. No semestre, foi de R$ 104 bilhões, 19% a mais do que os R$ 87,2 bilhões do primeiro semestre de 2009. O Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) entre abril e junho somou R$ 15,9 bilhões, 6% acima dos R$ 15 bilhões do primeiro trimestre de 2010. No semestre, ficou em R$ 31 bi, estável em relação ao mesmo período do ano passado.
A média de produção da companhia no primeiro semestre foi de 2,568 milhões de barris de petróleo e gás em campos nacionais e internacionais, apresentando alta de 3% sobre o registrado no mesmo período do ano anterior. Os investimentos da Petrobras nos seis primeiros meses de 2010 totalizaram R$ 38,1 bilhões, 17% a mais do que o registrado em igual período de 2009. O resultado foi influenciado pela alta do barril do petróleo, tipo Brent, que teve cotação média de US$ 77,27 ao longo dos seis primeiros meses do ano. E igual período de 2009, o barril era vendido, em média, por US$ 51,60. Outro fator que impactou o resultado da Petrobras foi o crescimento da venda de combustível no mercado interno, que aumentou 11% frente o primeiro semestre de 2009.
A Petrobras será privatizada se por uma imensa desgraça Serra for eleito.

Dilma ataca pedágios de São Paulo e diz que DEM tentou acabar com bolsa universitária

Em discurso no sul, candidata também defendeu o vice, Michel Temer
Roberto Stuckert Filho/Divulgação
Do R7
A petista Dilma Rousseff, que concorre à Presidência pelo partido, aproveitou um encontro com prefeitos do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (13), em Porto Alegre, para atacar propostas e promessas do seu adversário na corrida presidencial, o tucano José Serra. Dilma criticou o preço dos pedágios nas rodovias de São Paulo, que virou ponto de discussão na campanha eleitoral do PSDB, e também o programa tucano Renda Cidadã, que tem semelhanças com o Bolsa Família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Queria falar de pedágio, mas vocês [gaúchos] não podem achar que a situação aqui seja grave. Grave está em São Paulo. Sabe quanto custa o pedágio entre São Paulo e Ribeirão Preto? R$ 43,35, são 12 praças de pedágios. Ida e volta dá pouco mais de R$ 86. Sabe por quê? Nós licitamos [em outros Estados] pela menor tarifa, quando eles [PSDB] dão concessão, licitam por quem paga mais. Eles alegam que é para melhorar outras estradas, mas isso tem nome: é imposto escamoteado.
Ainda fazendo referência aos tucanos, a candidata do PT criticou a promessa de Serra de dobrar o valor do Bolsa Família.
- Não nunca deixamos de fazer política de distribuição. Meu adversário [José Serra] tem um programa chamado Renda Cidadã. Eu pergunto: de 2007 até a saída dele [do cargo de governador de São Paulo], o programa cresceu? Não, ele diminuiu. Nós não falamos que vamos duplicar o Bolsa Família, porque nós vamos dar para todos enquanto precisarem dele.
Ela também atribuiu a um partido coligado ao PSDB a tentativa de acabar com o ProUni (Programa Universidade para Todos).
- O partido coligado com meu adversário [o DEM] entrou com ação direta de inconstitucionalidade contra o ProUni. Isso significa que os 500 mil estudantes beneficiados iam ficar sem bolsa. Hoje, eles defendem um programa parecido. Mas defendem na eleição e tentam acabar com ele na Justiça.
Michel Temer
Dilma também aproveitou para enaltecer o seu vice, Michel Temer (PMDB). De acordo com ela, o peemedebista está pronto para assumir a Presidência, caso precise.
- Meu vice é um líder político e não deixa nenhuma dúvida sobre a qualidade da sua substituição quando se fizer necessário, porque eu irei afirmar presença no Brasil no cenário internacional como Lula fez e tenho um vice competente que pode assumir.

Tucanos responsabilizam ‘JN’ por queda de Serra no Datafolha

Tucanos responsabilizam ‘JN’ por queda de Serra no Datafolha
Marcela Rocha
Direto de São Paulo
Os tucanos responsabilizam os efeitos do Jornal Nacional pela queda do candidato à presidência da República, José Serra, na pesquisa do Datafolha. O levantamento aponta Dilma Rousseff (PT) com 41% das intenções de voto, oito pontos à frente do adversário do PSDB, que registra 33%. Segundo membros da campanha, ao longo da semana já se esperava o resultado afetado pela exposição dos candidatos no programa da TV Globo. Tucanos entraram em contato com o instituto para apresentar reclamações quanto ao período em que foi feito o levantamento (segunda, terça, quarta e quinta-feira desta semana).
A avaliação da campanha é que mais entrevistados declararam suas intenções de votos sob os efeitos das declarações de Dilma Rousseff (PT) do que sob as de Serra ao programa global. A petista concedeu entrevista ao casal William Bonner e Fátima Bernardes nesta segunda-feira e o tucano, na quarta-feira. Alguns admitem que não podem justificar o resultado apenas com os efeitos do JN.
O cálculo feito pelo deputado Jutahy Magalhães é de que 75% dos entrevistados pelo instituto assistiram Dilma Rousseff, do PT, 50%, Marina Silva (PV) e 25%, Serra. Isto, para ele, causa efeitos “imediatos” na pesquisa de intenção de votos. “O alcance do Jornal Nacional é muito grande. Só um quarto dos entrevistados assistiu Serra”, afirmou. Na pesquisa anterior do Datafolha, realizada entre os dias 20 e 23 de julho, com 10.905 entrevistados, Serra estava com 37% e Dilma com 36%, tecnicamente empatados de acordo com a margem de erro de dois pontos percentuais. Marina Silva, do PV, tinha 10%. Divulgada a quatro dias do início do horário eleitoral na televisão, o levantamento divulgado nesta sexta-feira (13), mostra Marina Silva estável com 10%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Antes mesmo de ser divulgado o resultado oficial do Datafolha, o senador Alvaro Dias já adiantava a avaliação em sua página no Twitter: “A pesquisa Datafolha recolhe os efeitos da entrevista de Dilma no JN. A favor ou contra. A de José Serra não produziu efeito, já que tardia”. O paranaense prosseguiu: “O Datafolha coloca Dilma 8 pontos à frente de Serra… avançou no impacto de uma entrevista (Dilma) e não da outra (Serra)”. Encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, a pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto, com 10.770 entrevistados, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 6 de agosto de 2010, sob o número 22734/2010.

PE: prefeitos do PMDB trocam Jarbas por Campos e Dilma

Ed Ruas – Direto do Recife
O senador e candidato ao governo Jarbas Vasconcelos (PMDB) enfrenta mais um problema com infieis, desta vez, dentro do seu próprio partido. Um grupo formado por prefeitos ex-prefeitos e vereadores do PMDB procurou o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco, o ex-prefeito João Paulo (PT) para hipotecar apoio à candidatura da petista e do governador Eduardo Campos (PSB). O movimento é encabeçado pelo prefeito de Granito, Ronaldo Sampaio (PMDB), que considera o candidato do seu partido “dissidente”.
“Ele (Jarbas) nunca procurou um prefeito ou vereador e quem está na ponta somos nós. Quando resolveram o candidato não nos ouviram. No governo, Jarbas nunca veio na minha cidade. Aqui não tem um risco dele, não tem nada. Eu não sou dissidente, quem é dissidente é Jarbas. Michel Temer (PMDB) não é só aliado é vice de Dilma”, declarou Ronaldo Sampaio em entrevista à Rádio Folha, nesta sexta-feira (13).
A proposta do grupo é articular em conjunto com João Paulo a visita de Michel Temer a Pernambuco. “Agora ele tem alguém do PMDB para receber ele no Estado. Não há medo de represálias, pois temos uma democracia. Não estamos fazendo isso em troca de alguma coisa do governo, mas em reconhecimento ao trabalho do governador e em reconhecimento ao trabalho de Lula no País”, justificou o prefeito. O presidente do PMDB em Pernambuco, Dorany Sampaio chamou o prefeito e o grupo de “adesista” e que alertou que irá tomar as medidas “estipuladas dentro do estatuto do partido”. “O partido está dividido em dois movimentos: adesistas e o autêntico, não adesista. Se o prefeito quer aderir que o faça. Vamos consultar o jurídico e vamos agir legalmente”, disse. Sobre a articulação para vinda de Temer, o líder estadual afirmou não se incomodar. “Não é afronta nenhuma, o papel do candidato é andar”.
Jarbas Vasconcelos também enfrentou problemas com os aliados do PSDB em Pernambuco, liderados por Sérgio Guerra. Dos 17 prefeitos tucanos, 14 apóiam a candidatura de Eduardo Campos ao governo.

Em visita a Rondônia, Lula grava para sua candidata

Leonardo Goy – O Estado de S.Paulo – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua visita oficial ao Estado de Rondônia, para gravar imagens para o programa eleitoral da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff. Segundo uma fonte, a filmagem foi feita à margem do Rio Madeira. O compromisso não constava da agenda oficial do presidente, que fazia referência apenas a encontros particulares na manhã de ontem. Ao sair do hotel onde se hospedou, em Porto Velho, Lula driblou a imprensa e militantes do PT que o aguardavam na rua. O presidente visitou ontem os canteiros de obras das duas hidrelétricas que estão em construção no rio Madeira, Santo Antônio e Jirau.
Nas proximidades de Jirau, Lula visitou o assentamento de Nova Mutum, onde estão morando funcionários da obra e para onde serão transferidos moradores da região que terão suas terras desapropriadas por causa da construção da barragem. Reclamações. Lula visitou a casa de um dos moradores da vila, o auxiliar de cozinha Jaderson Lima Pereira. O presidente também brincou com crianças que estavam no local e reclamou com os fotógrafos que não podia ficar muito tempo no sol. O morador que recebeu o presidente disse que ele não pediu votos para Dilma durante a visita. “Ele só perguntou se eu gostei da casa”, afirmou Jaderson Pereira. Mais tarde, ao discursar para os operários que estão construindo Jirau, Lula recorreu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para tecer elogios à capacidade dos trabalhadores brasileiros.
Segundo o presidente, Obama errou quando afirmou que ele, Lula, era “o cara”.”O Obama deveria ter dito: Lula, você é apenas o presidente. “Os cara” são o povo brasileiro, que não deve a ninguém do ponto de vista da competência e da capacidade de trabalho.” Lula não fez nenhuma referência direta às eleições ou à sua candidata, Dilma Rousseff, mas empregou frases de efeito no discurso. “O Brasil não pode parar”, discursou. “O Brasil encontrou sua autoestima e voltou a ter orgulho de si próprio.”

Serra é ficha limpa, por enquanto

Fiz durante a tramitação do projeto Ficha Limpa todas as ressalvas sobre os riscos de se impugnar politicamente alguém por condenação em primeira instância, e, portanto, não posso condenar quem enfrenta processos iniciais na Justiça. Mas chama atenção a quantidade de processos a que José Serra responde segundo levantamento feito pelo site Congresso em Foco. Serra é o candidato à Presidência com mais processos em andamento, um total de 17, na certidão criminal declarada à Justiça Eleitoral. Além dele, apenas José Maria Eymael, do PSDC, responde a dois processos. Os outros sete postulantes ao cargo, incluindo Dilma Rousseff, apresentaram certidões negativas, o que significa que não respondem a nenhum tipo de processo judicial.
Serra responde a três processos por improbidade administrativa na Justiça Federal do Distrito Federal, referentes ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer), implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para ajudar instituições financeiras em apuros. O custo do programa, segundo economistas da Cepal chegou a 12,3% do PIB do país à época. Serra era, então, o ministro do Planejamento, e os processos envolvem a área econômica do governo FHC, que elaborou e tomou as decisões realtivas ao Proer. Já houve uma decisão contrária a Serra em primeira instância. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerou que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso do Proer, que será examinado em segunda instância por órgão colegiado.
Pelo visto, Serra terá do que se ocupar depois que perder as eleições no próximo dia 3 de outubro. Precisa limpar sua ficha para concorrer a qualquer outra coisa se ainda lhe restar ânimo depois da derrota que se anuncia acachapante e histórica.

Jornal Nacional – Datafolha mostra Dilma com 41% e Serra com 33% 13/08/2010


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DIA DO BRASIL NO PARQUE DE ATRAÇÕES EM MADRID


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DIRETO DO MATO GROSSO!

15 ANOS DO MST

GUERRILHEIRO está aprensivo com sua GUERRILHEIRA: amanhã ela terá a oportunidade de conhecer uma personagem que há anos povoa seus pensamentos.

Lembra ela do livro que tem, amarelado de tanto manuseio, onde tomou conhecimento de toda luta e calvário passado pela mãe desta personagem, Olga Benário Prestes, que foi entregue aos carrascos nazistas, na maior vergonha até hoje realizada pelo governo de nosso país, visto ser judia e comunista e, além disto, de estar grávida deste grande brasileiro: Luiz Carlos Prestes.

Anita Leocádia Prestes, filha de Olga e Prestes, estará no aniversário de 15 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, no Centro de Formação e Pesquisa Olga Benário. Nascida em campo de concentração da alemanha hitlerista, só sobreviveu graças aos esforços de sua avó paterna que, enfrentando todas as dificuldades, conseguiu retirá-la da alemanha em uma heróica empreitada.

LEOCÁDIA FELIZARDO PRESTES é o nome desta heroina, outra que certamente mereceria muitas homenagens de nosso país, ao contrário de muitos outros, inclusive um dos algozes de Olga – que faço a questão de não nominar, que recebeu homenagens por todo o nosso estado.

Guerrilheira tem planejado há anos conhecê-la, ela quer poder lhe dar um abraço que não pode receber de sua mãe.


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Saroba

AGORA É DILMA: DILMA 41% SERRA 33%

Datafolha agora no JN
Segundo turno
Dilma 49%
Serra 41%

Dilma abre vantagem sobre Serra no Datafolha

O DataPolvo, instituto de pesquisas deste blog, informa em edição extraordinária: Dilma abrirá 8 pontos de vantagem sobre José Serra na pesquisa Datafolha a ser divulgada daqui a pouco no Jornal Nacional
Blog do Noblat

Hélio Costa mantém vantagem de 26 pontos sobre Anastasia em MG, aponta Datafolha

DE SÃO PAULO
O ex-ministro Hélio Costa (PMDB) mantém a liderança da corrida pelo governo de Minas Gerais, com 26 pontos de vantagem sobre o atual titular do cargo, Antonio Anastasia (PSDB), aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira.

De acordo com o instituto, Costa tem 43% das intenções de voto. O tucano marca 17%. Em relação à última rodada (20 a 23 de julho), ambos oscilaram um ponto percentual para baixo.

Datafolha mostra Tarso Genro com 11 pontos de vantagem sobre Fogaça no RS
DE SÃO PAULO

O candidato do PT, Tarso Genro, lidera a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul com 38% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira.

Segundo o instituto, o petista ampliou a dianteira para 11 pontos percentuais em relação a José Fogaça (PMDB), que tem 27%. Na rodada anterior, a diferença entre eles era de oito pontos.

A atual governadora, Yeda Crusius (PSDB), aparece com 16%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Com 57%, Sérgio Cabral seria reeleito no primeiro turno no RJ, indica Datafolha
DE SÃO PAULO

Se a eleição para o governo do Rio de Janeiro fosse hoje, Sérgio Cabral (PMDB) seria reconduzido ao cargo, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira.

De acordo com o instituto, o peemedebista tem 57% das intenções de voto, quatro pontos a mais do que havia marcado na rodada anterior.

Num distante segundo lugar, Fernando Gabeira (PV) tem 14%. Em julho, ele tinha 18%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Eduardo Campos atinge 62% e tem maior intenção de voto aferida pelo Datafolha no país
DE SÃO PAULO
Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco e candidato à reeleição, atingiu 62% de intenção de voto, segundo pesquisa Datafolha. É maior pontuação medida pelo instituto nas oito unidades da Federação pesquisadas. Se a eleição fosse hoje, Campos seria reconduzido ao cargo já no primeiro turno.

Em segundo lugar aparece o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), com 21% das intenções de voto. No levantamento anterior, Campos tinha 59%, e Vasconcelos, 28%.

Serra perde espaço junto aos eleitores mineiros e paulistas

Redação, de Belo Horizonte e São Paulo
Aécio e Anastasia

Aécio não consegue transferir seu prestígio para Anastasia

Acendeu a luz amarela de atenção para o risco de derrota do candidato tucano, José Serra, no segundo mais importante colégio eleitoral do país. O comando do PSDB recebeu pesquisa interna que mostra a derrota do atual governador, Antonio Anastasia, para o peemedebista Hélio Costa, na disputa pela reeleição. O estudo mostra ainda o declínio do ex-governador paulista na preferência dos eleitores mineiros, ao mesmo tempo em que aumenta a presença da candidata Dilma Rousseff, escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

– Vamos intensificar a campanha. O Anastasia vai ganhar a eleição, e o Serra vai crescer junto – ainda acredita o presidente nacional da legenda, senador Sérgio Guerra.
A situação do ex-governador mineiro Aécio Neves, porém, é diametralmente oposta a de seu ex-colega paulista. Aécio deverá contabilizar um volume extraordinário de votos no Estado, mas não consegue influenciar o eleitor a votar nos candidatos de seu partido. Ele teria pedido, segundo fonte na direção do PSDB nacional, que parte da arrecadação da campanha nacional do PSDB seja destinada ao comitê de Minas Gerais. Aécio voltou a reclamam da concentração das decisões num pequeno núcleo da campanha de Serra.

– Não é só São Paulo que merece atenção do comando do partido – disse a jornalistas o secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro.

Ao ver a situação ficar mais complicada em Minas, os tucanos paulistas também se assustam. O crescimento da candidata petista nos municípios do interior paulista segue de forma contínua, por mais esforços dispensados às bases eleitorais do PSDB. Na possibilidade de derrota do candidato tucano, a situação do partido ficará “muito difícil”, admite um dos cardeais tucanos, que duvida da capacidade de Geraldo Alkmin exercer uma oposição eficaz aos petistas.

O conselho político estabelecido no início da campanha de Serra, até agora, não saiu do papel e a organização da campanha de Serra se complica no momento em que ele se recusa a usar a imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A ausência de FHC na campanha de Serra, porém, é explicada por integrantes da direção partidária em bases técnicas.

Uma outra pesquisa, encomendada pelo comitê de campanha atribuem a FHC o peso de uma imagem desgastada e, da mesma forma que em 2006 o tucano Geraldo Alkmin se viu em dificuldades com a ausência de um ícone popular na campanha à Presidência, Serra hoje se ressente do vácuo de prestígio do ex-presidente. Mesmo passados oito anos de seu governo, FHC ainda é associado aos problemas de seu segundo mandato. A maior parte do eleitorado lhe atribui as crises econômicas que desaguaram no ocaso da Era FHC, em 2002.

Outro fatos preponderante para a possível derrocada de Serra está no fato de ele ser visto como aliado dos ricos e inimigo dos pobres. Imagem inversa tem construído a candidata petista, que não apenas concentra a imagem de “mãe dos pobres” como tem ao seu lado o presidente mais popular na história do país.

Chegou a hora da militância lotar o CIRCULADÔ em Fortaleza.

Galera bonita de Fortaleza! Chegou a hora de invadir a Avenida da Universidade com a Avenida Domingos Olímpio e lotar o CIRCULADÔ de campanha Dilma Presidente e Pimentel Senador 135. A partir da 18 HORAS, você está sendo convocado pra levar seus amigos e parentes e ouvir a carismática prefeita de Fortaleza, Luizanne Lins, José Pimentel e diversas autoridades do PT Ceará. Venha e receba seu material de campanha. Vamos colorir de VERMELHO a capital cearense. Vamos moçada! É Dilma 13! É Pimentel 135!
A Equipe de reportagem do Blog da Dilma estará presente ao evento petista.

Serra, o Ficha-Suja

Serra é quem tem mais processos na Justiça Criminal

Levantamento do Congresso em Foco analisou todas as 222 certidões que foram entregues ao TSE pelos nove candidatos à Presidência e seus vices. Temer, vice de Dilma, responde a três procedimentos criminais

Thomaz Pires

Levantamento do Congresso em Foco sobre as certidões criminais dos presidenciáveis mostra que o tucano José Serra é quem mais responde a processos. De acordo com as certidões que ele mesmo apresentou, são 17 processos declarados à Justiça Eleitoral. Ao todo, foram analisadas as 222 certidões entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos nove postulantes à Presidência da República e respectivos vices. Michel Temer (PMDB), vice da candidata petista Dilma Rousseff, aparece com três procedimentos criminais. José Maria Eymael, candidato a presidente pelo PSDC, tem duas certidões positivas. Os demais candidatos à Presidência apresentaram certidões negativas, ou seja, que informam não haver processos contra eles.

Uma norma da legislação eleitoral obriga todos os candidatos a cargos eletivos a apresentarem, no ato do registro das suas candidaturas, certidões que informem a sua situação criminal, se respondem a processos e qual a situação de cada um deles. Sonegar essas informações, conforme a legislação, implica crime eleitoral. A novidade neste ano é que as declarações criminais tornaram-se públicas, e estão sendo divulgadas na página do .

Improbidade administrativa

Na disputa presidencial, o caso que mais chama atenção é o de Serra. Além das 17 certidões positivas, ele soma três processos ativos, todos por improbidade administrativa. Os casos correm na Justiça Federal do Distrito Federal e referem-se ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer).

O Proer foi um programa implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real. Na época, Serra era o ministro do Planejamento. As ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao Proer. Os nomes mais conhecidos são Serra e do então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outras decisões – relacionadas com o Proer – adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Conforme verificado, já houve uma decisão monocrática (ou seja, de um único juiz) em favor da denúncia. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerou que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.

O candidato do PSDB à Presidência da República também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça do estado de São Paulo e se encontram em andamento.

O Congresso em Foco entrou em contato telefônico com a assessoria de José Serra, por duas vezes, nos últimos dias, para colher alguma manifestação do candidato sobre o assunto. A reportagem também encaminhou por e-mail uma mensagem detalhada, listando todos os casos, e solicitando esclarecimentos. Não houve qualquer retorno.

Desbloqueio de poupança

O vice de Dilma e atual presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, apresentou certidões que apontam para a existência de três processos. Conforme a verificação nas certidões, o candidato foi o autor de pelo menos um dos processos: uma ação para desbloqueio de poupança na época do governo Fernando Collor.

Logo no início de seu governo, Collor, para conter a inflação, bloqueou valores que estavam nas contas e nas poupanças das pessoas. Temer recorreu à Justiça para liberar os recursos, mas o Banco Central recorreu. Com isso, o candidato passou da condição de requerente para querelado no processo em andamento na Justiça.

Nos outros dois processos que constam das certidões apresentadas pelo peemedebista, um é tratado como “caso eliminado”, não se oferecendo qualquer outro detalhe, e o outro como apelação civil ajuizada contra deputados da bancada paulista na Câmara dos Deputados, também sem detalhes.

A assessoria de imprensa do candidato afirma que todos os casos estão transitados em julgado, isto é, percorreram todas as instâncias judiciais e já foram objeto de julgamento, não oferecendo qualquer risco para o candidato. Ainda de acordo com a assessoria, a declaração apenas cumpre uma formalidade da Justiça eleitoral.

Pesos e medidas

Mutáveis os da mídia nativa, certa de que nós da plateia não passamos de um bando de idiotas.

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Mutáveis os da mídia nativa, certa de que nós da plateia não passamos de um bando de idiotas

Não há semelhança possível entre um estúdio de tevê e um ringue. Pelo menos não havia até poucos dias atrás. A gravação de uma entrevista na TV 5, filiada à Rede Bandeirantes em Rio Branco, acabou em vale-tudo entre o entrevistador, o jornalista Demóstenes Nascimento, e o entrevistado, candidato ao Senado pelo Acre, o emedebista João Correia. De categoria nitidamente superior, Demóstenes pareceu mais talhado para catch-as-you-catch-can e ganhou a luta com bom aproveitamento tanto nos socos quanto nos pontapés. Empate em matéria de insultos e palavrões.

O entrevistado farejou certa agressividade em uma pergunta sobre segurança pública e reagiu com acusações ao atual governo acriano. O entrevistador negou-lhe condições morais para manifestar-se ao apontá-lo como envolvido em certo escândalo. O candidato ergueu-se de sua poltrona aos gritos de “lacaio, vendido”. Partiram para a briga e a célebre turma-do-deixa-disso demorou para entrar em ação.

Correia sofreu escoriações no rosto e no joelho direito e lesão no tendão do dedo anular, também direito. Trata-se de um lutador comprovadamente destro. Mas o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre e a Federação Nacional divulgaram uma nota para verberar “a atitude covarde e agressiva” do entrevistado. Nada como a eterna vigilância dos paladinos da liberdade de imprensa, mesmo quando participam de refregas desiguais, representados por pesos-pesados chamados a enfrentar moscas ou galos.

A luta de Rio Branco é um episódio novo na nossa história das campanhas eleitorais, mesmo porque, salvo melhor juízo, os candidatos entrevistados não pulam corda ou socam o punching ball antes de qualquer entrevista. Para revidar às perguntas que não são do seu gosto, o candidato José Serra adota uma linha de refinado senso de humor. Anota a repórter Juliana Cipriani, de O Estado de Minas, que Serra “parece ter dificuldade em entender o que dizem os brasileiros ou inventou uma nova estratégia para evitar responder às perguntas que não o agradam”.

Em meados de julho passado, em Pernambuco, o repórter de um jornal local dirigiu-lhe uma pergunta sobre o trem-bala destinado a ligar São Paulo ao Rio: obra feita ou tiro de festim? A pergunta deveria ser do seu gosto, pois o candidato é contrário ao projeto. Surpresa. “Não entendi, foi muito sotaque”, decretou Serra. Em Minas, quando um jornalista o questionou sobre recente entrevista de Lula em que o presidente lamenta-lhe a falta de sorte ao enfrentá-lo em 2002 e agora diante de Dilma Rousseff, Serra escandiu: “Esta fala mineira de vocês eu não entendo”.

O candidato tucano consegue, porém, ser mais cordato, a depender das situações. Lá pelas tantas desta tertúlia eleitoral, o repórter Fábio Turci dirige a Serra uma pergunta sobre juros. O perguntado não esconde sua irritação, e indaga com a devida veemência: “De onde você é?” Turci esclarece ser da Globo. E Serra, de pronto: “Ah, então desculpe”. Tucano não voa, mas sabe onde pisa.

Na noite de 11 de agosto coube a ele ser sabatinado por 12 minutos pelo casal JN, William Bonner e Fátima Bernardes, os sorrisos mais radiosos do Brasil. Antes, a oportunidade foi bondosamente oferecida às candidatas Dilma Rousseff, segunda 9, e Marina Silva, terça 10. Para ambas, um sufoco. As perguntas do locutor que considera Homer Simpson como telespectador ideal foram muito mais esticadas que as respostas, quando estas não foram furibundamente atropeladas.

No caso de Dilma, o propósito foi mostrar (ingenuamente?) que ela é ao mesmo tempo uma marionete na mão de Lula e personagem dura, prepotente, mandona. De sorte a suscitar a observação da entrevistada, mais ou menos do seguinte teor: então, como vocês me querem, como títere do titereiro ou como a ministra inflexível que chama às falas os colegas de gabinete? Na vez de Marina, o intuito foi outro: provar que ela saiu do governo por discordâncias sobre a política ambiental enquanto, tempos antes, não se incomodou com o mensalão, o escândalo pretendido e até hoje não provado. A certa altura, a ex-ministra teve de reagir com alguma, insólita veemência, para pedir que a deixassem concluir o raciocínio.

Com Serra, na quarta 11, tudo mudou. O casal JN deixou o candidato falar à vontade. E quando a entrevista pretendeu chegar ao ponto de fervura, a pergunta foi: o senhor não se sente constrangido de ter o apoio do PTB, partido metido no escândalo do mensalão petista? Nada do mensalão mineiro nem do escândalo do DEM em Brasília. Maluf e Quércia? Esquecidos. E os votos comprados para a reeleição de FHC?

Segundo momento de aperto. Pergunta a evocar os usuários que reclamam dos preços altos do pedágio em São Paulo. Serra ganha a oportunidade de falar mal das estradas federais. Aí Bonner acrescenta: não existe um meio-termo, só dá para ter estradas boas e caras ou ruins e baratas? Serra emenda, feliz, que na última concessão que fez, os preços do pedágio caíram pela metade. Omitiu que os postos de cobrança foram dobrados e ao cabo cita sua origem humilde, estudante de escola pública etc. etc. Só falta chorar.

A rapaziada não se dá ao respeito. Quem sabe haja quem se incomoda ao perceber que nos enxergam como malta de idiotas. Esta visão da plateia é própria, aliás, dos jornalistas nativos e seus patrões. Será que não usam na medição o metro recomendável para medir a si mesmos?

Mino Carta

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redação@cartacapital.com.br

Lula visita obras das usinas de Jirau e Santo Antônio em Rondônia

Agência Brasil
Porto Velho (RO) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita hoje (13/8) as obras de concretagem da Hidrelétrica de Jirau e as obras de montagem das turbinas da Usina de Santo Antônio, ambas localizadas no Rio Madeira, em Porto Velho (RO).

Inicialmente, Lula irá a Jirau, que fica a cerca de 120 quilômetros de Porto Velho. A usina terá capacidade de produção de 3.300 megawatts e está sendo construída por um consórcio de empresas. Atualmente 20% da obra estão concluídos.

Antes de ir a Jirau, o presidente visita residências dos operários que trabalham na construção da usina, na Vila Residencial Nova Mutum-Paraná.

Em seguida, Lula conhece as obras de montagem das turbinas da Hidrelétrica de Santo Antônio, que tem potência instalada de aproximadamente 3.200 megawatts e capacidade para abastecer 11 milhões de residências. A previsão é de que a usina entre em pleno funcionamento em novembro de 2015. As informações são do Ministério de Minas e Energia.

TSE mantém decisão que negou multa para blog pró-Lula

O Globo
RIO – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, por seis votos a um, decisão do ministro Henrique Neves de rejeitar o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para aplicar multa por propaganda eleitoral antecipada contra José Augusto Aguiar Duarte, autor de um blog favorável ao presidente Lula, e a Google Brasil Internet, provedora da página.

O MPE apresentou recurso contra a decisão do ministro Henrique Neves, mas o pedido foi negado pelos ministros na noite de quinta-feira. Em sua decisão, Henrique Neves afirmou que o blog realmente se destina a selecionar (e divulgar) matérias favoráveis ao presidente, mas que isso não caracteriza, propaganda eleitoral antecipada.

CHARGE DO BESSINHA

No RS, Dilma diz que oposição tenta barrar ProUni na Justiça

Em solo gaúcho, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, lembrou, nesta sexta-feira (13), de figuras histórias da política local que se transformaram em nomes de expressão nacional. Ela citou o ex-presidente Getúlio Vargas e o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. A governista participa de um encontro de prefeitos em Porto Alegre (RS).

Dilma disse que, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002), os tucanos queriam enterrar o passado trabalhista brasileiro e citou a trajetória de defesa dos direitos e, principalmente, colocando em foco a educação como tema.

Leia a reportagem completa na .

Ahh, José Serra… se você soubesse o que eu sei…

Luis Nassif: Painel Reuters aponta vitória de Dilma
Periodicamente a Reuters monta um painel com cientistas políticos, sobre as probabilidades nas próximas eleições presidenciais. O painel reúne a opinião de 17 especialistas de diferentes institutos de pesquisas. Em agosto, pelo terceiro mês consecutivo os analistas aumentaram a probabilidade de vitória da candidata da coligação “Para o Brasil Seguir Mudando”, Dilma Rousseff.

Segundo a matéria, a probabilidade média de vitória de Dilma passou de 57% em julho para 59%. Enquanto Dilma mantém constante crescimento, o candidato demo-tucano, José Serra, amarga vertiginosa queda. Ele caiu de 54,8% em abril para 42% em julho e agora tem apenas 41%.

Dez dos 17 especialistas apontam que Dilma tem chances de vitória superiores a 60%. Quatro analistas avaliam que as probabilidades da candidata variam entre 54 e 57%.

Outros dois especialistas ouvidos no Painel da Reuters – Amaury de Souza (Techne) e João Paulo Peixoto (UNB) – indicam que os presidenciáveis estão empatados. Apenas Bolivar Lamounier, da Augurium Consultoria, mostrou-se otimista em relação a eleição do tucano. Ele indicou que as chances de Serra são de 55%, contra 45% de Dilma.

Confira abaixo a opinião dos analistas:

Especialistas Dilma Serra
Ricardo Guedes (Sensus) 75% 25%
Chris Garman (Eurasia) 70% 30%
Fernando Abrucio (FGV) 70% 30%
Cristiano Noronha (Arko) 65% 35%
Jose Luciano Dias (CAC) 60% 40%
Alexandre Barros (Early Warning) 60% 40%
Rafael Cortez (Tendencias) 60% 40%
Ricardo Ribeiro (MCM) 60% 40%
Valeriano Costa (Unicamp) 60% 40%
Lucia Avelar (UNB) 60% 40%
David Fleischer (Brazil Focus) 57% 43%
Maria do Socorro Braga (UFSCAR) 55% 45%
Daniel Wagner (CRS) 55% 45%
Rachel Meneguello (Unicamp) 54% 46%
Amaury de Souza (Techne) 50% 50%
Joao Paulo Peixoto (UNB) 50% 50%
Bolivar Lamounier (Augurium) 45% 55%

Por Oni Presente

Confirmado: José Serra não pode subir na garupa de FHC. Pesquisas de Serra apontam FHC como um problema

Todos precisam saber: José Serra (PSDB) é o candidato de Fernando Henrique Cardoso
No blog tucano do Josías de Souza, a informação que há muito tempo todos nós estamos cansados de saber..A ausência de Fernando Henrique Cardoso na campanha tucana de José Serra tem uma explicação técnica.Pesquisas feitas por encomenda do comitê de campanha de Serra conferem a FHC a incômoda condição de aliado-problema.Repete-se em 2010 um fenômeno que já havia atormentado o tucanato em 2006, quando o presidenciável do PSDB era Geraldo Alckmin.

Oito anos depois de ter deixado o poder, FHC é mais associado aos problemas de seu segundo mandato do que às virtudes do primeiro.A maioria do eleitorado vincula-o às crises econômicas que desaguaram no desprestígio do ocaso, em 2002.

As conclusões saltam de pesquisas qualitativas. Diferem das quantitativas no método e nos objetivos.São feitas em reuniões de pequenos grupos de eleitores. E não visam a obtenção de índices de intenção de voto. Buscam identificar o pensamento médio do eleitor.

Afora o desapreço que o eleitor devota a FHC, também o PSDB é visto com um pé atrás.A legenda de Serra é associada nas pesquisas qualitativas a conceitos “elitistas”.Dito de outro modo: salta dos grupos de discussão a ideia de que o tucanato preocupa-se mais com os “ricos” do que com os “pobres”.

No RS, Dilma pede mobilização da militância para vencer eleições

‘Por mais que as pesquisas nos sorriam, desçamos do salto alto e vamos para a rua, vamos ganhar’, afirmou
Elder Ogliari, de O Estado de S.Paulo
PORTO ALEGRE – A candidata do PT à presidência Dilma Rousseff conclamou a militância a se manter mobilizada para vencer a eleição presidencial. “Por mais que as pesquisas nos sorriam, desçamos do salto alto e vamos para a rua, vamos ganhar”, afirmou ao final de um discurso para cerca de 500 pessoas mobilizadas pelo Movimento Pluripartidário de Prefeitos e Prefeitas pró-Dilma do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira, na sede da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), em Porto Alegre.

O encontro reuniu prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que apoiam Dilma do PMDB, PP, PSB, PDT, PC do B e PT. Durante o discurso, a candidata fez diversas comparações entre o governo Lula, identificado como “nós”, e os governos tucanos de Fernando Henrique Cardoso no Brasil e José Serra em São Paulo, que qualificou como “eles”. De FHC, criticou o aumento da dívida pública e ironizou ao dizer “eles é que são grandes gestores”. De Serra, criticou os pedágios que, segundo ela, escondem impostos por outorgarem as praças às operadoras que pagam mais”.

Durante a tarde, Dilma Rousseff receberá também o apoio do PDT do Rio Grande do Sul.

Chegou a hora da militância lotar o CIRCULADÔ em Fortaleza.

Galera bonita de Fortaleza! Chegou a hora de invadir a Avenida da Universidade com a Avenida Domingos Olímpio e lotar o CIRCULADÔ de campanha Dilma Presidente e Pimentel Senador 135. A partir da 18 HORAS, você está sendo convocado pra levar seus amigos e parentes e ouvir a carismática prefeita de Fortaleza, Luizanne Lins, José Pimentel e diversas autoridades do PT Ceará. Venha e receba seu material de campanha. Vamos colorir de VERMELHO a capital cearense. Vamos moçada! É Dilma 13! É Pimentel 135!
A Equipe de reportagem do Blog da Dilma estará presente ao evento petista.

Bicicleta e o Transporte do Futuro

*por FERNANDO RIZZOLO

Blog do Rizzolo –

O cheiro de tinta era forte; minhas mãos de menino apertavam o breque no guidão prateado da minha bicicleta nova. A sensação era de alegria incontida; a bicicleta era verde e vinha com uma bombinha para o caso de o pneu precisar ser enchido. Hoje, relembrando o dia em que ganhei aquele presente, a felicidade que senti me remete ao “sim” da minha primeira namorada, quando “a pedi em namoro”. Primeira bicicleta, primeira namorada… quanta emoção!

Mas por que aqui, parado no trânsito de São Paulo, num dia chuvoso, me lembrei da minha primeira bicicleta? Talvez por dois motivos: primeiro, lembrar um sonho de menino; segundo, saber que no futuro a bicicleta será o meio de locomoção mais comum. Em 2005, mais de 150 milhões de bicicletas foram vendidas no mundo, contra cerca de 60 milhões de carros. A venda de bicicletas tem aumentado porque estes veículos oferecem mobilidade fácil a milhares de pessoas, melhoram a saúde, aliviam os congestionamentos e não poluem o ar. Além disso, uma bicicleta custa 200 vezes menos que um carro e reduz a área que é preciso pavimentar. Em movimento, 6 bicicletas ocupam o espaço de 1 carro. Num estacionamento para carros cabem 20 bicicletas.

O maior desafio dos grandes centros urbanos como São Paulo é a falta de espaço nas ruas. Os dois principais corredores exclusivos para bicicletas na cidade estão hoje em terrenos do metrô – a ciclovia da marginal do Pinheiros, ou da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e a ciclovia Caminho Verde, na Radial Leste. Em todo o município são apenas 35,5 quilômetros de ciclovias. Na região de maior trânsito da cidade, no limite das marginais, com raras exceções, não há lugares seguros para os ciclistas circularem.

Apesar de tudo, o número de deslocamentos diários de bicicletas* tem aumentando significativamente em São Paulo. Em 1997, equivalia a apenas 54% (54 mil viagens diárias) do número de viagens diárias de táxis (91 mil). Nos dez anos seguintes, houve um salto. Em 2007, já passava a ser 87% (148 mil), superior aos deslocamentos de táxis (79 mil).

Temos de implementar políticas de viabilidade a novos meios de transporte, como a bicicleta. Em países desenvolvidos como a Suécia, cerca de 10% das viagens são feitas de bicicleta e quase 40% a pé. Só em aproximadamente ⅓ dos percursos utiliza-se o automóvel, sem contar, é claro, com o viés de uma vida mais saudável, combatendo não só o trânsito, mas também o sedentarismo.

Trânsito, congestionamento, grandes centros e muita espera nas ruas durante a lenta caminhada dos automóveis nos fazem pensar nas soluções mais simples da vida, nos remete à saudade da antiga bicicleta, da primeira e descomplicada namorada e a tantas outras coisas. A imagem da antiga bicicleta verde, em função de tudo que é verde, acabará sendo a futura forma de se deslocar, talvez com mais poesia, diariamente, com o vento no rosto, nos unindo então aos sonhos do passado, à vontade de andar de bicicleta pelas ruas da cidade.

Fernando Rizzolo é Advogado e editor do Blog do Rizzolo –

Adeli Sell lança “Porto Alegre, a modernidade suspensa”

Aloooo, Dilma, veja o que o Tio Adeli tá fazendo!
Alo, Niccola, este Adeli tá sempre preocupado com nossa Porto Alegre!

Adeli Sell lança seu novo livro “Porto Alegre, a modernidade suspensa”, no próximo dia 3 de setembro, às 19 horas, no Instituto Cultural Norte-Americano, onde analisa a cidade em que vivemos, sua vocação e potencialidades. Mas ele não se contenta apenas em constatar os problemas. Fazendo uso de sua experiência de vereador da cidade há quatro mandatos, de ex-secretário da SMIC, professor, livreiro e, sobretudo, por seu compromisso de político engajado na construção de alternativas sociais, Adeli vai atrás de soluções, propondo uma gestão pública que pense no futuro sem deixar o cotidiano de lado. O livro propõe que haja planejamento estratégico urbano, ambiental e econômico que vá além do período de mandato de cada gestor, projetos e ações que pensem a cidade nas próximas décadas, em sua globalidade.

Pois, para Adeli, não basta trocar os problemas de lugar ou maquiar o que está estragado, pois “se a cidade não for pensada como um organismo vivo e íntegro, com todos os seus órgãos saudáveis e concatenados, a capital dos gaúchos seguirá fragmentada e as desigualdades e exclusões serão cada vez mais dramáticas”. No livro, Adeli aborda temas como a cidade legal e a cidade ilegal, mobiliário urbano, circulação e transporte, a exclusão e a inclusão social, a participação popular, além de apresentar um projeto de qualificação estética da capital, o “Pinta Porto Alegre”. “Com este livro, tenho a pretensão de entrar em campo, jogar o jogo para vencer, sem desprezar adversários e ideias daqueles que pensam diferentemente de mim. Quero dialogar com os diferentes para construir o novo”, diz Adeli.
O que: lançamento do livro “Porto Alegre, a modernidade suspensa” Quando: 3 de setembro, sexta-feira, às 19 horas Onde: Instituto Cultural Norte-Americano (R. do Riachuelo, 1257 – Porto Alegre) Quem é Adeli Sell: Adeli Sell nasceu no município de Palhoça, em 1953, e criou-se em Cunha Porã (SC). Aos vinte anos, veio para Porto Alegre, onde se formou em Letras, na UFRGS. Professor e livreiro, sempre foi um lutador incansável em defesa da um Estado democrático e igualitário. Adeli foi um dos fundadores do PT, e nestes 30 anos de militância pautou-se por ampliar sua atuação, mas sem perder a referência ideológica. Secretário da SMIC no quarto governo da Administração Popular, apoiou a economia solidária e travou batalha sem fronteiras contra ilegalidades, como pirataria, contrabando e falsificação.
Eleito vereador em 1996, atualmente exerce seu quarto mandato na Câmara de Porto Alegre. Lucia Jahn – MTb 16502 – tel. 3220.4254 – adelisell@camarapoa.rs.gov.br O sistema de Agenda Única da Casa está no ar! Consulte os eventos da Câmara no PortalCMPA. Tatiana Feldens Jornalista PT-POA – www.ptpoa.com.br E-mail: asscom@portoweb.com.br Contatos: 7811 5754 / 3211 4888 Rádio: 120*40546

A imprensa que me envergonha

RI-DÍ-CU-LA

Foi a atuação do casalzinho de bolo de aniversário nas entrevistas no JN com os presidenciáveis. Você viu a agressividade do William “Hommer” em cima da Dilma Rousseff? E a subserviência do mesmo diante do Serra, você viu?

Se não viu, não perdeu nada, a não ser mais uma oportunidade de ficar deprimido.

Se você tivesse visto, teria o desgosto de pensar em como a grande imprensa brasileira abriu mão de seu papel institucional e histórico. Quando eu cursei jornalismo, o que me fascinava era a chance de contar a história do país dia a dia. Capítulo por capítulo.

Mas a grande imprensa brasileira hoje abriu mão desse papel. Virou um partido político calhorda, que ataca de maneira inconsequente o presidente mais popular da história.

E Lula não é popular porque é bonito como foi Collor. Nem porque é catedrático como FHC.

Lula é popular, mesmo feio e sem instrução, porque fez a vida do brasileiro melhorar. Não só do brasileiro pobre, que com o Bolsa Família tem a chance de manter seus filhos na escola, para que eles não sejam párias como seus pais. Fez também a alegria dos empresários, dos banqueiros, estão todos felizes, não é maravilhoso!?

Lula é popular porque o BNDES hoje empresta mais dinheiro que o Banco Mundial. Porque pela primeira vez o governo faz obras estruturais nas periferias. Um amigo meu que mora na Rocinha custou a acreditar que o PAC lá era para valer. Demorou um ano, as obras não pararam e agora o meu amigo acredita que este govenro não é como os outros, que ameaçavam, prometiam, mas na hora de gastar o dinheiro público, davam prioridade a quem já tem muito.

E o William “Hommer”, o bonequinho de bolo de aniversário, ali do lado da noivinha tijucana deslumbrada, tratando a Dilma com a maior agressividade. Ao ponto de a noivinha lhe pedir calma com a mão. É que ele quer mostrar serviço, eu entendo…

Quando chegou a vez do Serra, o combatente jornalista William “Hommer” parecia um capacho. Em vez de perguntar do mensaláo do Arruda, ou o Valerioduto que começou com o tucano Eduardo Azeredo em minas, perguntou do mensalão do PT. Aquele do olho roxo do Roberto Jefferson.

Mas a Dilma já está dez pontos na frente do Serra (o Ibope dá cinco e o Datafolha empate, hahahahah).

Imagine quando o sapo barbudo aparecer no horário eleitoral…

Aí a Dilma ganha no primeiro turno, aposta o meu amigo e cientista político Davis Filho.

Mas, se daqui a 100 anos, um adolescente for consultar os arquivos de jornais da Biblioteca Nacional, vai ler o Biscoito-de-praia, os caipiras-britânicos e a revista-que-pensa-que-o-leitor-é-cego e concluir que Lula foi pior que Hitler.

A imprensa brasileira perdeu a compostura. Ataca o presidente mais querido da história, coisa que nem seus adversários políticos ousam fazer.

Como eu me envergonho de ser jornalista…

Por Marcelo Migliaccio, no Rio Acima, Jornal do Brasil.



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